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Crescimento da economia portuguesa abranda no segundo trimestre, mas sem recuos

O INE informou hoje que para o segundo trimestre calcula uma variação nula do PIB português em relação ao trimestre precedente, permitindo ainda assim um crescimento em 2,3% face ao trimestre homólogo de 2022, que é o mais fraco desde pelo menos o segundo trimestre de 2021.

O INE explica na sua informação que “o contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi inferior ao do trimestre anterior, observando-se uma desaceleração das exportações de bens e serviços em volume mais acentuada que a das importações de bens e serviços”.

A informação acrescenta que “no 2o trimestre, o deflator das importações foi negativo em termos homólogos, reduzindo-se significativamente face ao observado no trimestre anterior, determinando um aumento dos ganhos dos termos de troca apesar do abrandamento do deflator das exportações”.

A informação do INE diz ainda que “o contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB aumentou, em comparação com o observado no trimestre precedente, verificando-se uma redução menos pronunciada do investimento, tendo o consumo privado registado um ligeiro abrandamento”.

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