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Chefe do executivo de Macau visita Portugal em Setembro

O chefe do executivo de Macau, Sam Hou Fai, vai visitar Portugal a partir de 16 de Setembro, na sua primeira deslocação ao estrangeiro desde que tomou posse, em Janeiro.

Sam Hou Fai, de acordo com uma notícia da agência Lusa, é o primeiro líder do Governo de Macau a dominar a língua portuguesa, e vai visitar Lisboa e Madrid, entre 16 e 23 de Setembro.

A visita à capital portuguesa decorre na semana em que o Turismo de Macau organiza um evento em Lisboa, para promover a sua cultura, gastronomia e património histórico, com vários espectáculos, incluindo um “drone show”. Clique para ler: Macau volta a animar o Terreiro do Paço durante cinco dias em Setembro.

Macau será a região anfitriã do próximo congresso anual da Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em Dezembro, um evento que junta centenas de profissionais de turismo. Clique para ler: “75 anos a olhar o futuro” será o tema do Congresso da APAVT em Macau.

Nos primeiros sete meses deste ano, as chegadas de turistas portugueses a Macau aumentaram 21,8% em relação ao período homólogo do ano passado, o que foi o terceiro maior aumento relativo entre os emissores europeus (clique para ler: Turismo europeu para Macau cresce 13% até Julho).

O anúncio da visita de Sam Hou Fai decorre semanas após a detenção, em 31 de Julho, do ex-deputado de Macau e cidadão português Au Kam San, suspeito de violação da lei relativa à defesa da segurança do Estado, de acordo com a agência Lusa, citada na imprensa portuguesa (para ler no “Observador” clique aqui).

A agência de notícias portuguesa sublinha que foi a primeira detenção ao abrigo da lei de segurança nacional da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), que entrou em vigor em 2009 e foi revista em 2023.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros garantiu à Lusa que “o assunto merecerá a melhor atenção das autoridades portuguesas, desde logo em futuros encontros a nível político, no espírito da Declaração Conjunta”, assinada em 1987 entre Portugal e a China, onde os dois países declararam os termos em que Pequim assumiria a administração de Macau após 1999.

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