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CEO da TAP avisa que “uma greve será um desastre”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, deixou hoje o aviso de que uma greve na companhia “será um desastre”, frisando que “seria uma desgraça porque iria prejudicar todo o bom trabalho que foi desenvolvido por todos os trabalhadores da empresa”.

A executiva respondia a uma pergunta na conferência de imprensa de apresentação dos resultados no terceiro trimestre, e enfatizou que “depois de um terceiro trimestre que está a provar que está no caminho certo para reconstruir o orgulho desta organização não apenas para os trabalhadores da TAP, que estão a trabalhar arduamente, mas para o país”.

Christine Ourmières-Widener admitiu que “uma greve nunca é bom para uma empresa”, para acrescentar que “o diálogo que precisamos de ter não deveria ser através deste tipo de acções, mas não me cabe a mim decidir”.

A executiva advogou então “acho que devemos sentar-nos à mesa e ver o que é possível e partilhar o facto de que, ter bons resultados também significa criar confiança numa administração que foi criticada, mas que no final só deveria ser julgada pelos resultados”.

“E a administração está a mostrar resultados e está fazer o que é certo, mas não pode fazer o que é certo sem toda a gente entender que estamos no bom caminho e a fazer o que precisamos de fazer para construir um grande futuro para a companhia”, acrescentou.

A CEO escusou-se a elaborar mais, remetendo-se a um “Vamos a ver”.

“A greve é uma liberdade. Respeito a liberdade. Estamos num país onde esta liberdade deve ser muito importante. Mas não é o momento certo. De qualquer forma, nunca é o momento certo”, voltou a admitir.

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