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Passageiros de cruzeiros em “turnaround” em Lisboa representam menos de um terço do total

Os passageiros de cruzeiros que embarcam e/ou desembarcam em Lisboa, nas chamadas escalas em “turnaround”, que geram “maior impacto económico”, estão com um crescimento mais forte do que os passageiros em trânsito, mas ainda representam menos de um terço do total.

Nos primeiros seis meses de 2026, a capital portuguesa somou 165 escalas de navios de cruzeiros, o que corresponde a um aumento de 5% em relação ao período homólogo do ano passado, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Porto de Lisboa.

No total, a cidade recebeu 302.496 passageiros de cruzeiros de Janeiro a Junho, mais 5% que um ano antes.

Os passageiros de cruzeiros em “turnaround” foram os que tiveram o crescimento mais forte, com uma subida de 7% em relação ao primeiro semestre de 2025, superando os 85 mil (85.449).

Estes passageiros em “turnaround”, de acordo com o Porto de Lisboa, são os que geram “maior impacto económico”, porque iniciam e/ou terminam a viagem na cidade, “permanecem normalmente mais tempo”, “utilizam hotéis, recorrem aos transportes, frequentam restaurantes e efectuam compras antes ou depois do cruzeiro”.

No entanto, estes passageiros ainda não chegam a representar um terço do total (28,2% de Janeiro a Junho). A maior ‘fatia’ continua a corresponder a passageiros em trânsito (71,8%).

O Porto de Lisboa recebeu 217.047 passageiros em trânsito de Janeiro a Junho, o que corresponde a um crescimento de 4% em relação ao período homólogo do ano passado.

Ver também: Passageiros de cruzeiros em “turnaround” em Lisboa mais que duplicaram em Junho

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