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Dormidas no alojamento turístico registam quebras em cinco regiões portuguesas

Os estabelecimentos de alojamento turístico da Madeira, Centro, Oeste e Vale do Tejo, Açores e Península de Setúbal registaram quebras de dormidas de Janeiro a Maio.

Os dados divulgados hoje pelo INE mostram que a Madeira somou 3,763 milhões de dormidas nos primeiros cinco meses do ano, o que significa uma quebra de 1,7% ou 65,9 mil dormidas em relação ao período homólogo do ano passado.

A Madeira registou quebras nas dormidas de residentes em Portugal (-1,9%, para 575,2 mil) e de residentes no estrangeiro (-1,7%, para 3,188 milhões).

Os estabelecimentos da região Centro registaram a segunda maior quebra absoluta, com menos 60,1 mil dormidas (-3,3%), para um total de 1,777 milhões.

No Centro, o decréscimo foi mais acentuado nas dormidas de estrangeiros (-7,4%, para 499,4 mil) do que nas pernoitas de portugueses (-1,6%, para 1,277 milhões).

Os estabelecimentos do Oeste e Vale do Tejo somaram 1,09 milhões de dormidas até Maio, uma descida de 4,6% ou 52,9 mil em relação ao período homólogo do ano passado, com quebra apenas dos estrangeiros (-10,2%, para 523,7 mil). As dormidas de portugueses subiram 1,2%, para 566,7 mil.

Nos Açores o decréscimo foi de 3% ou 30,5 mil dormidas, para um total inferior a um milhão de pernoitas (976,4 mil), com quebras apenas nas dormidas dos portugueses (-8,7% para 412,9 mil). As dormidas de estrangeiros aumentaram 1,6%, para 563,5 mil.

Os estabelecimentos da Península de Setúbal somaram 554,8 mil dormidas, menos 2,7% ou menos 15,6 mil que há um ano, com uma quebra de 5,9% nas pernoitas de estrangeiros, para 277,9 mil, e uma estagnação (+0,6%) das dormidas dos portugueses, para 276,9 mil.

Norte registou o maior aumento de dormidas

Ainda assim, no total, as dormidas no alojamento turístico português de Janeiro a Maio subiram 1,4% ou 397,3 mil em relação ao período homólogo do ano passado, totalizando 28,7 milhões de pernoitas.

O maior aumento absoluto verificou-se nas dormidas de estrangeiros, em 248,7 mil (+1,2%), para 20,3 milhões, mas as pernoitas dos portugueses registaram o maior aumento relativo, em 1,8% (mais 148,6 mil dormidas), para um total de 8,4 milhões.

Os estabelecimentos da região Norte registaram o maior aumento de dormidas de Janeiro a Maio, ao somarem mais 296,4 mil dormidas (+5,8%), alcançando 5,4 milhões de Janeiro a Maio, incluindo 2,026 milhões de dormidas de residentes em Portugal (+4,8%) e 3,397 milhões de pernoitas de residentes no estrangeiro (+6,4%).

O segundo maior aumento de dormidas verificou-se no Algarve, em 139,9 mil dormidas (+2,2%), para 6,484 milhões, incluindo 1,111 milhões de dormidas de portugueses (+3,3%) e 5,373 milhões de dormidas de estrangeiros (+2%).

A Grande Lisboa somou mais 117,1 mil dormidas (+1,6%) que há um ano e manteve-se a única região com mais de 7 milhões de dormidas de Janeiro a Maio (7,536 milhões), incluindo 1,457 milhões de pernoitas de portugueses (+2,6%) e 6,079 milhões de dormidas de estrangeiro (+1,3%).

O Alentejo teve o maior aumento relativo de dormidas (+6,5% ou mais 69 mil dormidas), com um total de 1,134 milhões de pernoitas de Janeiro a Maio, incluindo 734,3 mil dormidas de portugueses (+6,7%) e 400,2 mil pernoitas de estrangeiro (+6,1%).

Os dados do INE referem-se a estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal, que incluem hotelaria, alojamento local com 10 ou mais camas e turismo no espaço rural/de habitação.

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