A Acrópole, no topo de uma colina, é o cartão-postal da capital da Grécia, Atenas, mas para conhecer a sua história mais a fundo é indispensável conhecer o Museu, cuja arquitectura torna ainda mais impressionante o seu acervo.
De acordo com a UNESCO, a Acrópolis é um complexo que se encontra num planalto a 156 metros de altura sobre Atenas, sendo esta colina mais facilmente acessível pelo lado Oeste.
No local em si, com regras rígidas, é possível fazer um circuito por entre as ruínas, muitas delas bastante completas e com apontamentos impressionantes, e outras que necessitam da nossa ajuda, ou de um guia especializado, para completar o puzzle daquilo que seria o seu tempo de glória.

O cariz religioso deste local cresceu no século VIII a.C., sendo o seu pico no período entre meados do século VI a.C. e o início do século V a.C., o século no qual as cidades gregas derrotaram os Persas, e Péricles mandou construir uma série de monumentos, incluindo o Parthenon, o Erechtheion, a Propylaia e o templo de Athena Nike.

Desde 1975 que decorre continuamente um processo de preservação deste espaço, apenas com intervenções absolutamente necessárias, respeitando a estrutura original, e recorrendo a técnicas e ferramentas similares às utilizadas na antiguidade. Um dos aspectos mais curiosos deste projecto é o recurso a mármore proveniente da mesma montanha que os gregos antigos utilizaram para criar este complexo.

Para conhecer mais a fundo a história da Acrópole é preciso descer à cidade e visitar o museu, erguido sobre um antigo bairro cujas ruínas são anexas ao museu, e desenhado de forma a conferir um contexto ao seu acervo de artefactos, estátuas e diferentes peças da antiga Grécia. Neste espaço é possível apreciar estes vestígios da antiguidade ao mesmo tempo que o Parthenon olha para nós, através das altas janelas que rodeiam o museu.

As colecções do Museu incluem peças encontradas nas encostas da Acrópole, bem como artefactos das diferentes eras do local, desde o período arcaico, passando pelo de Péricles, até ao fim da Antiguidade. No terceiro piso, encontram-se as diferentes esculturas que faziam parte do Parthenon, dispostas num enorme rectângulo, banhadas por uma luz natural que lhes confere ainda mais encanto.


O PressTUR viajou a convite da Lusanova
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