O Turismo de Portugal e a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo assinaram esta quarta-feira, no Brasil, um plano de acção conjunta para o período 2025-2027.
Este plano de acção, que tem por base um memorando assinado em Abril de 2023 (para ler clique aqui), foi assinado em Brasília pelo ministro da Economia português, Pedro Reis, e pelo presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
Para dar continuidade aos objectivos “de intercâmbio de boas práticas no âmbito da promoção turística internacional”, o plano baseia-se em seis eixos estratégicos: “Conhecimento, Tecnologia e Inovação no Turismo”; “Sustentabilidade”; “Conectividade aérea e flexibilização de voos”; “Produtos turísticos”; “Planeamento e gestão estratégica”; e “Formação e capacitação”.
Na área da conectividade aérea, o plano prevê “ampliação do número de destinos entre Portugal e Brasil, com o objectivo de aumentar o fluxo turístico e facilitar o transporte entre os dois países”, bem como a “cooperação para o desenvolvimento de rotas aéreas via Portugal ou Brasil, nos mercados prioritários em comum”.
A nível de produtos turísticos, um dos pontos do plano prevê “colaboração para projectos que destaquem o legado português em cidades brasileiras, como Salvador, São Vicente e Rio de Janeiro, e a influência brasileira em Portugal”; bem como a “promoção internacional de rotas culturais e históricas que explorem a conexão histórica entre Brasil e Portugal, valorizando a herança lusófona e colonial”.
Na área da sustentabilidade, um dos objectivos do plano é “colaborar com o desenvolvimento e implementação do Programa REVIVE no Brasil, com o intuito de contribuir para a recuperação e valorização de património arquitetónico de interesse, total ou parcialmente devoluto e degradado, para novos usos turísticos”.
No campo do conhecimento, tecnologia e inovação, o Turismo de Portugal e a Embratur pretendem, entre outras iniciativas, “promover o intercâmbio de Startups e parcerias em projetos de inovação tecnológica, nomeadamente através da realização anual de fórum bilateral de inovação no turismo”.
O plano prevê ainda troca de “experiências sobre ferramentas tecnológicas para registo e monitorização de indicadores de performance” e apoio à “criação de programas de intercâmbio de alunos de turismo e hotelaria, estimulando a troca de experiências entre instituições de ensino”, entre outras iniciativas.
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