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Alojamento turístico facturou mais em Abril com menos hóspedes e menos dormidas

Os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal aumentaram os proveitos totais em 3,4% no mês de Abril, apesar de terem recebido menos hóspedes e menos dormidas, uma quebra influenciada pelo efeito de calendário.

Na divulgação dos últimos dados sobre a actividade turística, o INE destacou que o crescimento dos proveitos “abrandou em Abril”, mas sublinhou que os “resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário”.

No ano passado, as férias da Páscoa concentraram-se no mês de Abril, e este ano repartiram-se entre Março e Abril, o que penaliza a comparação entre o quarto mês deste ano e o mês homólogo de 2023.

Os dados do INE mostram que, em Abril, os estabelecimentos de alojamento turístico receberam 2,6 milhões de hóspedes, menos 3,6% que no mês homólogo de 2023, que fizeram 6,6 milhões de dormidas, menos 4,2%.

O número de hóspedes residentes em Portugal caiu 9,8%, para 960,8 mil, enquanto os hóspedes residentes no estrangeiro tiveram um ligeiro aumento de 0,3%, para 1,674 milhões.

As dormidas de residentes em Portugal tiveram uma quebra de 12,5% em Abril, para 1,778 milhões, enquanto as dormidas de residentes no estrangeiro tiveram um ligeiro decréscimo de 0,6%, para 4,775 milhões.

Ainda assim, os proveitos totais do alojamento turístico português cresceram 3,4% ou 16,8 milhões de euros em Abril, para um total de 508,8 milhões de euros, e os proveitos de aposento aumentaram 2,8% ou 10,6 milhões, para 383,7 milhões de euros.

O INE sublinha que o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 62,7 euros (-0,5%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 109,3 euros (+4,3%).

O instituto destaca ainda que, em Abril, “o município de Lisboa concentrou 20,9% do total de dormidas (10,5% do total de dormidas de residentes e 24,8% de não residentes)”.

“Entre os municípios com maior representatividade no total de dormidas neste mês, destacou-se Albufeira (9,9% do total de dormidas) pelo decréscimo expressivo (-13,5%), que se ficou a dever à diminuição das dormidas de residentes (-25,3%) e de não residentes (-10,8%)”, acrescenta o INE.

Ver também:

Proveitos do alojamento turístico até Abril sobem 500 milhões em relação à pré-pandemia

Para aceder ao site do INE clique aqui.

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