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Lisboa e Madeira lideram aumentos de receita média por quarto disponível no alojamento turístico

A receita média por quarto disponível (RevPAR) no alojamento turístico em Portugal alcançou um valor recorde de 64,8 euros, com crescimentos em todas as regiões, os maiores deles em Lisboa e na Madeira.

Os dados divulgados hoje pelo INE mostram que a RevPAR do alojamento turístico português teve aumentos de 8,7 euros (+15,4%) em relação a 2022 e 15,5 euros (+31,3%) em relação a 2019, pré-pandemia.

Os estabelecimentos de alojamento turístico localizados na Área Metropolitana de Lisboa tiveram a receita média por quarto disponível mais elevada do país, com 95,3 euros em 2023, mais 15 euros (+18,6%) que em 2022 e mais 21,6 euros (+29,3%) que em 2019.

O maior crescimento relativo de RevPAR ocorreu no alojamento turístico da Região Autónoma da Madeira, que alcançou os 73 euros graças a um aumento de 22,1% ou 13,2 euros em relação ao ano anterior e de 64,9% ou 28,7 euros em relação a 2019.

O segundo maior aumento relativo aconteceu nos Açores, onde a RevPAR atingiu os 55,4 euros, o que corresponde a subidas de 18,9% ou 8,8 euros face ao ano anterior e 45,6% ou 17,4 euros em relação a 2019.

Depois da Madeira, Açores e Lisboa, seguiram-se os estabelecimentos das regiões Norte (53,9 euros, mais 7,8 euros ou +16,9% que em 2022 e mais 11 euros ou +25,6% que em 2019); Centro (31,4 euros, mais 4 euros ou +14,4% que em 2022 e mais 6,6 euros ou +26,6% que em 2019); Algarve (70,5 euros, mais 6,4 euros ou +10% que em 2022 e mais 15,9 euros ou +29,2% que em 2019); e Alentejo (44,3 euros, mais 3,7 euros ou mais 9,1% que em 2022 e mais 11,1 euros ou mais 33,6% que em 2019).

Ocupação e preço médio

A taxa de ocupação dos quartos do alojamento turístico em Portugal subiu 3,1 pontos percentuais no ano passado, para 57,3%, com crescimentos em todas as regiões.

Os maiores aumentos de ocupação ocorreram na Madeira (+4,8 p.p., para 75,5%) e em Lisboa (+3,8 p.p., para 69,7%). Seguiram-se os estabelecimentos do Norte (+3,3 p.p., para 52,6%), Algarve (+3 p.p., para 58,4%), Centro (+2,4 p.p., para 40,4%), Açores (+2,1 p.p., para 55,3%) e Alentejo (+1,5 p.p., para 40,8%).

Os dados do INE também revelam que o preço médio de alojamento (ADR) alcançou no ano passado o valor recorde de 113,1 euros, mais 9,5 euros ou mais 9,2% que um ano antes.

Os maiores aumentos relativos de preço médio ocorreram nos Açores (+14,3% ou mais 12,6 euros, para 100,3 euros), na Madeira (+14,3% ou mais 12,1 euros, para 96,8 euros) e em Lisboa (+12,2% ou mais 14,8 euros, para 136,8 euros).

Seguiram-se os estabelecimentos do Norte (+9,6% ou mais 8,9 euros, para 102,4 euros); Centro (+7,7% ou mais 5,6 euros, para 77,9 euros); Alentejo (+5,2% ou mais 5,3 euros, para 108,4 euros); e Algarve (+4,4% ou mais 5,1 euros, para 120,7 euros).

Ver também:

Alojamento turístico em Portugal superou os 6.000 milhões de euros de proveitos em 2023

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Para aceder ao site do INE clique aqui.

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