O alojamento turístico português completou os primeiros nove meses deste ano com mais de 61 milhões de dormidas, em resultado, principalmente, do um aumento das pernoitas de turistas residentes no estrangeiro em 16,1% ou 5,9 milhões.
Os dados publicados hoje pelo INE mostram que é a primeira vez que o alojamento turístico supera os 60 milhões de dormidas nos nove meses de Janeiro a Setembro, inclusive, com 42,5 milhões de pernoitas de não residentes, vulgo estrangeiros, que é também um recorde para o período, e 18,6 milhões do mercado doméstico, que, apesar da queda em 2,8% no mês de Setembro, é igualmente recorde para os nove meses.
Os dados do Instituto mostram que os mercados que mais contribuíram para o aumento até Setembro foram os Estados Unidos, com quase mais um milhão que há um ano (+36,8% ou mais 954,1 mil, para 3,54 milhões), Reino Unido, com mais 679,2 mil (+9,4%, para 7,94 milhões), Alemanha, com mais 530,7 mil (+12,8%, para 4,69 milhões), Canadá, com mais 457 mil (+65,2%, para 1,15 milhões), e o conjunto dos mercados emergentes (que não são identificados pelo INE), com mais 1,52 milhões (+38,6%, para 5,48 milhões).
Apesar da queda do número de residentes no alojamento turístico face a 2022, este Setembro foi o melhor em ocupação dos estabelecimentos, com uma média de 69,2%, pelos melhores resultados no Porto e Norte, nos Açores e na Madeira.
Informações disponíveis no INE indicam que 85,4% das dormidas no alojamento turístico concentraram-se no Continente, ao concentrar 84,6% das pernoitas em hotéis, 79% em hotéis-apartamentos, 93,7% em apartamentos turísticos, 88,3% em alojamentos locais com mais de 10 camas e 86,2% das pernoitas em turismos no espaço rural e de habitação.
A informação do INE indica que dos 8,2 milhões de dormidas em Setembro, 2,39 milhões ocorreram no Algarve, 1,98 milhões na Área Metropolitana de Lisboa, 1,4 milhões no Porto e Norte de Portugal, 872,6 mil na Madeira, 846 mil na Região Centro, 368,2 mil no Alentejo e 325,9 mil nos Açores.
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