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TAP reduz em 17% as responsabilidades com clientes por voos pagos mas ainda não usufruídos

A TAP indicou hoje que a 30 de Setembro os bilhetes comprados mas não voados ascendiam a 863,9 milhões de euros, que significam um decréscimo em 17,1% ou 126,1 milhões em nove meses, relativamente ao final de 2022.

O PressTUR verificou que igualmente em relação ao período homólogo do ano passado, ou seja, a 30 de Setembro de 2022, se verifica uma redução da rubrica “Documentos pendentes de voo” em 5% ou 45,6 milhões.

Fontes da aviação explicaram ao PressTUR que é uma característica do sector haver uma redução dos “Documentos pendentes de voo” na época estival, pois é comum haver da parte do mercado uma tentativa de assegurar as viagens de férias, comprando antecipadamente os voos, que acabam por se realizar no Verão.

Assim, até ao Verão aumenta o montante dos “Documentos pendentes de voo” e na época estival dá-se uma diminuição.

Ainda assim, ascendem a 863,9 milhões de euros, como a TAP reconhece na informação divulgada hoje, com uma redução de apenas 5% em relação a 30 de Setembro de 2022.

Relativamente à situação a 31 de Dezembro de 2019, pré-pandemia, em que a TAP reconhecia 460,8 milhões de euros em “Documentos pendentes de voo”, o aumento até ao fim de Setembro deste ano é de 79,7% ou 383,1 milhões de euros.

Ver também:

TAP factura mais quase 30% até Setembro, principalmente por crescimento de tráfego

TAP anuncia lucro recorde de 203,5 milhões de euros nos primeiros nove meses

Para aceder ao site da TAP clique aqui.

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