Lisboa vai ter um aumento da oferta de lugares de avião em 11% este Verão, de acordo com a consultora Cirium, especializada em aviação, que cota Lisboa no lugar 74 de um ranking dos cem maiores aeroportos por variação percentual do número de lugares.
A informação divulgada pela Cirium indica que Lisboa terá 5,54 milhões de lugares de avião no terceiro trimestre, que é a época alta da aviação no Hemisfério Norte, tendo assim a 16ª maior oferta entre os 25 aeroportos europeus incluídos no ranking, a seguir a Dublin, com 5,67 milhões, e antes de Atenas, com 5,51 milhões.
A Cirium realça que o ranking, elaborada por variação percentual do número de lugares em relação ao Verão do ano passado, evidencia a recuperação em curso na Ásia, que começou atrasada designadamente em relação à Europa e à América.
O ‘resultado’ é que os 13 aeroportos com as variações da oferta de lugares mais fortes ficam todos na Ásia de Leste, seguidos designadamente pelos da Índia, que a Cirium atribui aos fortes aumentos de capacidade da Wizz Air e da Pegasus.
O aeroporto brasileiro mais bem cotado em São Paulo Congonhas, que se concentra no tráfego doméstico, que a Cirium cota em 18º lugar, com aumento de lugares no terceiro trimestre em 27%, para 4,1 milhões.
Da Europa, a Cirium inclui 25 aeroportos na lista dos cem maiores ordenados por variação da oferta de lugares, em que o mais bem cotado é Telavive em 16º, com +29%, seguido por Roma Fiumicino, em 19º, com +27%, Istambul Sabiha Gokcen, em 22º, com +26%, Londres Heathrow, em 34º, com +20%, e Aeroporto Internacional de Istambul, em 39º, com +17%.
Este é também o nº1 dos aeroportos europeus cotados no ranking da Cirium por número de lugares no trimestre, com 13,27 milhões, seguido por Londres Heathrow, com 13,24 milhões, Paris Charles de Gaulle, com 11,12 milhões, Frankfurt, com 10,8 milhões, e Amesterdão, com 10,42 milhões.
A Cirium também inclui quatro aeroportos com variações negativas, que são Nova Iorque La Guardia, com -1%, Oslo, com -1%, Moscovo, com -4%, e Cidade do México, com -5%, em Nova Iorque pela redução da American, em Moscovo pela guerra na Ucrânia, em Oslo pela falência da Flyr e na Cidade do México pelas reduções das low cost Volaris e VivaAerobus.




