O Brasil atingiu no final de Maio 2.721,3 milhões de dólares de receitas turísticas, que representam gastos de turistas não residentes contabilizados pelo Banco Central do Brasil, que significam um aumento em 19,2% em relação ao período homólogo de 2019, pré-pandemia.
Os dados do banco central mostram que no mês de Maio o aumento em relação a 2019 foi de 35,6% ou 148,7 milhões de dólares, o que permitiu reduzir o défice externo das viagens e turismo em 39,8% ou 419,3 milhões de dólares, até porque os gastos dos brasileiros em turismo no estrangeiro ainda foram inferiores aos de Maio de 2019 em 18,4% ou 270,4 milhões de dólares.
O Banco Central do Brasil indicou que em Maio deste ano turistas não residentes despenderam 566,7 milhões de dólares no país, com aumento em 51,8% ou 193,4 milhões em relação ao mês homólogo do ano passado.
Os gastos dos residentes no Brasil em viagens e turismo no estrangeiro, por sua vez somaram 1.200,7 milhões de dólares, com aumento em 10% ou 109,1 milhões em relação ao ano passado.
Maio foi, ainda assim, um mês de redução do défice da conta de viagens e turismo internacionais, com uma descida em relação ao ano passado em 11,7% ou 84,2 milhões de dólares, para 634 milhões.
No conjunto dos primeiros cinco meses deste ano, o défice eleva-se a 2.943,9 milhões de dólares, fruto de gastos no estrangeiro dos residentes no Brasil que se elevam a 5.665,2 milhões de dólares, enquanto os gastos no país por turistas residentes no estrangeiro totalizaram 2.721,3 milhões.
Dados do Banco de Portugal recolhidos pelo PressTUR indicam que, no primeiro quadrimestre, turistas residentes no Brasil despenderam no país 294 milhões de euros, enquanto os gastos no Brasil por residentes em Portugal ascenderam a 47,4 milhões de euros.
Os mesmos dados permitem ver que os gastos de residentes em Portugal contabilizados em gastos turísticos pelo Banco Central do Brasil aumentaram 23,9% em relação ao primeiro quadrimestre de 2019, pré-pandemia.






