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Cortar férias já não é a resposta nº 1 à crise no Reino Unido, ABTA

Um estudo da associação das agências de viagens britânicas ABTA diz que, para resistirem a tempos de crise, os britânicos já não olham para as férias como o encargo a sacrificarem em primeiro lugar.

O estudo, em que foram inquiridas duas mil pessoas, entre 16 e 30 de Agosto, afirma mesmo que há uma clara maioria de 61% que afirma ir fazer férias fora do país no próximo ano, mas com precauções adicionais quanto aos respectivos custos.

Garantir um bom seguro é a medida mais apontada pelos inquiridos, com 71% de respostas, seguindo-se prestar mais atenção aos termos e condições da reserva, com 63%, reservar num membro da ABTA, com 61%, e ser mais selectivo quanto às companhias em que reserva, com 58%.

A ABTA informou que o estudo também mostrou tendência dos consumidores para viajarem com pacotes, como este ano, apontando como vantagens obter mais valor pelo dinheiro despendido, ter tudo tratado, oferecer viagens all-inclusive, conveniência e reputação das empresas.

Quanto ao impacto da degradação da situação económica, a primeira reação indicada pelos respondentes é fazer menos viagens de férias, com 36%, escolher opções mais baratas, com 28%, comer fora menos vezes, com 23%, reservar alojamento mais barato, com 22%, fazer férias apenas no país, com 19%, viajar para destinos mais próximos do que habitualmente, também com 19%, e reduzir nas actividades enquanto está fora, com 17%.

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