A TAP assinou um acordo com o sindicato de pilotos SPAC que diz ser “determinante no sentido de normalizar as suas relações”, segundo um comunicado.
O acordo assinado refere-se a um processo judicial intentado pelo SPAC a propósito do subsídio complementar de refeições em serviço (subsídio de aterragem) e da ajuda de custo complementar (per diem), “o qual vai ser sujeito a ratificação em assembleia de pilotos”.
No acordo está prevista a retoma, em Setembro, das negociações para um novo Acordo de Empresa, “que se deseja concluído nos próximos meses”.
A transportadora sublinha que o acordo permite “reduzir o impacto financeiro para a TAP”, é “vantajoso para ambas as partes” e mostra “sentido de responsabilidade dos nossos pilotos”.
Trata-se de “um importante marco no caminho da paz social, comprometendo-se a TAP e o SPAC a privilegiarem o diálogo como meio de resolução de eventuais divergências e conflitos coletivos”.
O comunicado acrescenta que “a TAP e o SPAC estão confiantes de que poderá ser dado um passo determinante no sentido de normalizar as suas relações e de garantir uma cooperação ativa, tendo em vista a recuperação da empresa, no quadro do Plano de Reestruturação, aprovado pela Comissão Europeia, essencial para a sobrevivência da Companhia”.




