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Sonhando confirma regresso este Verão dos charters para Cayo Coco, Cuba

O director-geral da Sonhando, José Manuel Antunes, confirmou ao PressTUR o regresso este Verão da sua operação de charter para Cayo Coco, Cuba, “em princípio desde 10 de Julho até 11 de Setembro”, com saída de Lisboa às segundas-feiras em avião da euroAtlantic.

“Vamos fazer a operação de Cayo Coco, em principio desde 10 de Julho até 11 de Setembro. São dez semanas, essa é a principal novidade para já”, disse ao PressTUR o director-geral da Sonhando, durante a Fitur, feira de turismo a decorrer em Madrid.

O director-geral do operador português visitou Cuba recentemente e confirmou que “aquilo que se tem falado da alimentação já está reposto”, explicando que “houve um período entre Junho e Julho em que houve algumas dificuldades na distribuição de alimentos, etc., algumas lacunas, mas isso já está completamente reposto, quer em Havana quer em Varadero, quer nos Cayos”.

“Mudaram o sistema de compras ao exterior desse tipo de artigos, e, portanto, melhoraram bastante. Repuseram a normalidade, no fim de contas”, acrescentou, frisando de seguida: “isso dá-nos garantia”.

José Manuel Antunes relatou ao PressTUR que durante a Fitur ficou definido “o apoio principal que temos, que é o da Gaviota”.

“Era isso que nos faltava. Tinha ido em Novembro a Cuba fazer uma proposta e foi-me dada a reposta ontem”, explicou.

No que diz respeito à proposta que vai apresentar ao mercado, o director-geral da Sonhando, que foi pioneiro na reposição dos charters para Cuba e em especial na introdução de voos directos para Cayo Coco, José Manuel Antunes indicou: “vamos remontar a operação como sempre foi”.

“Uma operação que é única com este estilo”, frisou, sublinhando que o operador tem em Cuba, no caso em Cayo Coco, “quatro funcionários, um automóvel, uma mota e quatro telemóveis”, ressalvando que em Cuba estas são mais-valias que dão “garantia de assistência permanente aos clientes”. Em Havana, a operação vai contar com assistência por parte de um funcionário.

Em relação a uma operação para Varadero, o director da Sonhando disse que “em charter não iremos fazer”, observando que “a concorrência é muito forte”.

E explicou: “há 820 lugares para Varadero e nós achamos que pôr mais em cima disto é delapidar completamente o destino”.

“Preferimos estar sozinhos no nosso cantinho a fazer Cayo Coco, que foi um grande sucesso durante sete anos, que a pandemia interrompeu e que nós esperamos retomar agora”, acrescentou.

A pandemia interrompeu a operação para Cayo Coco em 2020 e 2021, e em 2022, embora o operador tenha tentado retomá-la, não foi possível porque não estavam reunidas as condições para a sua realização.

Entre os hotéis que se encontravam encerrados na altura, estava o Meliá Jardines del Rey, e, explica José Manuel Antunes, “cerca 40% das nossas vendas de Cayo Coco são para esse hotel, portanto era uma falta muito grande”.

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