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 Dicas de Viagem
TAP e APAVT chegam a acordo, mas falta aprovação na PAConf
Pagamento semanal do BSP começa a Julho de 2015
Redução para quinzenal avança dentro de um ano
Presstur 05-07-2012 (16h38) As agências de viagens IATA portuguesas têm três anos para se adaptar ao pagamento semanal às companhias aéreas dos bilhetes que vendem em BSP, indicaram ao PressTUR várias fontes, segundo as quais esse é o resultado de um acordo entre a TAP e a APAVT que prevê um passo intermédio, com o encurtamento do prazo para quinzenal a entrar em vigor dentro de um ano.
Nem TAP nem APAVT aceitaram pronunciar-se sobre esse processo, alegando que “legalmente” estão impedidas de falar.
Ao que disseram algumas fontes, esse “legalmente” deve-se a que decisão terá que ser tomada em sede de PAConf (Passenger Agency Conference), que é o organismo que define “as regras” por que se regem o reporting e o pagamento das vendas de bilhetes pelas agências de viagens, cuja próxima reunião é em Outubro.
As fontes asseguram que, porém, já existe acordo aprovado em sede de APJC (Agency Programme Joint Councils), que são os organismos que juntam nos mercados companhias aéreas e agências de viagens.
As fontes do PressTUR dizem que o acordo prevê que dentro de um ano, em Julho de 2013, o pagamento do BSP passe de mensal a quinzenal e, depois, em Julho de 2015, o prazo é então encurtado para semanal.
Actualmente, as agências têm liquidar as vendas realizadas em BSP até ao dia 15 do mês seguinte, o que dá um prazo médio de pagamento de 30 dias, com 45 dias para as vendas realizadas no primeiro dia do mês e 15 para as que são feitas no último.Com o pagamento quinzenal, as agências passarão a ter que pagar as vendas da quinzena no fim da quinzena seguinte (mantém-se os quinze dias após o termo do período), o que dá um prazo médio de 22,5 dias, com 30 dias para as vendas realizadas no primeiro dia da quinzena a que se referem e 15 dias nas vendas realizadas no último dia. Com a passagem dos pagamentos a semanais, como se mantém o pagamento a 15 dias depois de findo o período, o prazo médio reduz-se para 18,5 dias, com 22 dias para as vendas que sejam efectuadas no primeiro dia e 15 para as realizadas no último.
O encurtamento dos prazos de pagamento do BSP, que em Portugal no ano de 2011 ascendeu a 811,29 milhões de euros, com 422,13 milhões em bilhetes da TAP, é o que uma das fontes do PressTUR da área da aviação caracteriza como “um sinal dos tempos”, referindo-se às exigências acrescidas que se põem às empresas em matéria de gestão de recursos...especialmente os financeiros.
Essa fonte disse ao PressTUR que do ponto de vista das companhias aéreas há duas motivações principais para o encurtamento dos prazos para receberem os pagamentos das agências. A primeira é “reduzir o risco”, pois quanto menor é o prazo menor é também o montante exposto a defaults (faltas de pagamento). A segunda é que o “dinheiro está cada vez mais caro e difícil, especialmente nos tempos que correm”, referindo-se ao facto de as companhias terem muitos milhões de euros fora da Tesouraria que lhes permitiram reduzir as necessidades de recurso a crédito bancária, “que não é gratuito”.
Uma terceira razão, é que em vários mercados o encurtamento dos prazos de pagamento do BSP já avançou, o que deixa as companhias portuguesas em desvantagem perante a sua concorrência, por terem que recorrer mais ao crédito para financiar a tesouraria.
Da parte das agências, que regra geral rejeitam o argumento do risco das companhias aéreas, argumentando que é “mínimo”, só há uma razão para aceitarem o encurtamento dos prazos de pagamento do BSP que é terem “parceiros saudáveis” e, assim, também elas reduzirem o risco de estar a vender bilhetes de companhias que depois cessam a actividade por não terem condições financeiras de prosseguir, como já este ano aconteceu, por exemplo, com a Spanair e a Malev.
Por outro lado, acrescentam, regra geral as vendas de passagens não significavam para as agências “dinheiro no banco” (referindo-se ao tempo entre receberem dos clientes e pagarem ao BSP), mas crédito aos seus clientes, permitindo-lhes diferirem os pagamentos das viagens.
Daí que fontes dos dois lados digam que o encurtamento dos prazos de pagamento do BSP é, principalmente, “uma questão de moralização do mercado”, pois acredita-se que só dessa forma as agências se verão compelidas a exigir também dos seus clientes prazos “mais razoáveis” de pagamento das viagens que compram.
As fontes do PressTUR admitem que para as empresas-clientes, que são “o grosso” das vendas BSP, o encurtamento dos prazos pagamento às agências, porém, poderá não ter consequências de maior, prevendo-se que irá levar a uma utilização mais intensa do cartão de crédito, o que lhes permitirá 45 dias de crédito.
A “principal dificuldade”, acrescentam, poderá dar-se com os pagamentos das entidades públicas, “que tradicionalmente pagam tarde”.

Continua em:
Acordo TAP-APAVT evita pagamento semanal do BSP já a partir do próximo dia 1 de Janeiro

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