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 Dicas de Viagem
Mário Tempéra, director geral (Cont.1)
Top Atlântico MI confia em segurar negócio
apesar do quadro macroeconómico desfavorável
Presstur 14-06-2012 (17h08) A Top Atlântico Meetings & Incentives (MI), que se dedica a organizar reuniões e incentivos para empresas portuguesas, tendo somado cerca de 400 grupos com aproximadamente 14 mil pessoas e uma facturação de 15 milhões de euros em 2011, perspectiva segurar este ano o volume de negócios, pelo lançamento de novas iniciativas, designadamente na área das feiras internacionais, disse ao PressTUR o seu director-geral, Mário Tempéra.
“Este ano é sem dúvida um ano difícil, mas mesmo assim estamos a conseguir manter um nível [de actividade] importante”, diz Mário Tempéra, sem deixar de reconhecer que pela situação económica que as empresas portuguesas enfrentam no mercado interno, o que é de esperar é um decréscimo do mercado de reuniões e incentivos que estima que em Portugal possa situar-se na ordem dos 80 milhões a cem milhões de euros.
“Logicamente temos que prever um abaixamento, mas mesmo assim para números muito aproximados do ano anterior, até porque, no sentido de encontrar soluções de vendas, lançámos este ano aqui uma área extremamente importante ligada às feiras”, explica, referindo que esse lançamento vem da perspectiva de que “as empresas portuguesas necessitavam de um apoio para se afirmarem no estrangeiro em termos de participarem em grandes feiras internacionais e colocarem os seus produtos”.
A Top Atlântico MI prepara-se para alargar o seu know how nesse domínio, com a colocação da programação para mais de 80 feiras a nível internacional em todas as agências de viagens portuguesas.
Mas também ao nível do seu core business a Top Atlântico MI perspectiva encontrar soluções que permitam contrariar a conjuntura económica adversa, porque, como diz Mário Tempéra, “as empresas precisam de fazer as reuniões com os seus clientes, com os seus colaboradores, precisam de fazer congressos dentro das suas áreas”.
A sua perspectiva é, assim, que as empresas poderão ver-se constrangidas a reduzir os orçamentos para essas iniciativas, o que significará procurar destinos mais próximos e encurtar o tempo das viagens.
No ano de 2011, segundo indicou, dos cerca de 400 grupos que viajaram em programas de reuniões e incentivos da Top Atlântico MI, apenas 5% tiveram Portugal como destino. “Este ano é capaz de aumentar um pouco, porque as empresas estão a restringir os seus budgets e estão a colocar os seus eventos a nível mais curto, dentro da Europa essencialmente e também em Portugal”, acrescenta Mário Tempéra.
Para a Top Atlântico MI, o que este quadro significa é “encontrar alternativas que sejam mais económicas para as empresas”.
Mário Tempéra avançou ao PressTUR que ainda assim se nota uma preferência por destinos como a Rússia, Turquia, Estados Unidos e Ásia, além, claro, de “muito Europa”. “Mas aqui em Portugal também se consegue fazer coisas fantásticas”, frisa, dando um exemplo:
“Nós temos agora em breve dois incentivos de grande qualidade que vão ser no Douro. Posso dizer que um dos nossos clientes ia fazer o incentivo na Europa e alterou para Portugal, por razões de política da empresa, e vai gastar exactamente a mesma coisa que se fosse para a Europa. É um incentivo de grande qualidade que vai ser feito à medida, com um programa que vai marcar todos os participantes com grande força”.
E o Brasil?
“O Brasil caiu bastante. Mas nós continuamos a apostar no Brasil, simplesmente já não tanto quanto anteriormente, porque o Brasil tornou-se mais caro, há mais dificuldade de encontrar alternativas... Nós estamos a trabalhar incentivos para o próximo ano no Brasil, em Janeiro, e temos alguma dificuldade de confirmação de alojamentos”.
Há a perspectiva de que escolher o Brasil para incentivos, só com programas de topo de gama. Concorda?
“É verdade. Hoje em dia um incentivo para o Brasil é algo como fazer São Paulo com grandes hotéis, grandes restaurantes e depois os arredores com grande interesse, ou ir para Salvador e ficar na Praia do Forte, ou ir para a Amazónia e fazer um cruzeiro... São realmente incentivos de grande qualidade e que têm um budget elevado”.
E a Ásia?
“A Ásia continua a ser um destino sempre muito atractivo. Aqueles que nós vendemos com mais incidência e que têm realmente impacto são essencialmente Singapura e Bali, e também muito Hong Kong, Macau e China. Há outro que destaco, que é Vietname e Cambodja, que também tem grande qualidade em termos culturais e que mostra alguma diferenciação em relação aos outros destinos. E a Tailândia, que também é um destino com aceitação no nosso mercado”.
E quais os destinos preferidos na Europa?
“Na Europa, curiosamente é a Polónia, que devido ao Euro (campeonato europeu de futebol) está a ter um interesse importante. Depois são os mercados mais próximos, como Espanha, no caso Barcelona ou Madrid, onde se consegue fazer coisas muito interessantes pelas características que as cidades têm, com bons restaurantes, bons hotéis, hotéis design, enfim todas as infra-estruturas de que as cidades dispõem. Depois, Amesterdão, que é um destino que continua com grande força e tem grande potencial, e Berlim, que até pelo voo directo que a TAP tem neste momento está a ter muito interesse”.

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Top Atlântico MI é “laboratório de ideias” para viagens de empresas portuguesas

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