TAP anuncia ter transportado 12 milhões de passageiros até Setembro

10-10-2018 (17h12)

A TAP, que desde Maio tinha deixado de divulgar mensalmente dados de tráfego como o PressTUR assinalou no passado dia 28, publicou hoje um comunicado em que diz ter superado os 12 milhões de passageiros nos primeiros nove meses deste ano, com um aumento em 13,6% ou cerca de milhão e meio em relação ao período homólogo de 2017.

O CEO da companhia já tinha avançado no Parlamento que a TAP estava com um crescimento em 13% este ano (para ler mais clique: TAP está a crescer 13% — Antonoaldo Neves), mas o comunicado de hoje enfatiza que a companhia já está com “mais [passageiros] do que os 11,7 milhões de passageiros transportados em todo o ano de 2016”.

A informação, ao contrário do que é prática corrente das companhias aéreas, não inclui dados rigorosos sobre sectores de rede, cingindo-se a dizer que “voos que ligam Lisboa a Porto, Madeira e Paris são aqueles em que a TAP transportou mais passageiros em Setembro, alcançando os 191 mil passageiros nestas rotas”, o que apenas significa “tudo como dantes quartel-general em Abrantes”.

Relativamente às rotas e mercados com mais peso na facturação, a informação da TAP nada diz, mantendo, aliás, a lógica de não divulgar os RPK (do inglês para passageiros x quilómetros voados) e ASK (do inglês para lugares x quilómetros voados), como é prática corrente da aviação internacional (à excepção das low cost), incluindo a sua ‘irmã’ brasileira, a Azul, fundada e presidida por David Neeleman, também accionista de referência da TAP.

O comunicado da TAP diz, relativamente ao mês de Setembro, que a companhia transportou 1,48 milhões de passageiros, quando no mês homólogo de 2017 transportara 1,38 milhões, segundo a informação que divulgou à época.

O comunicado diz ainda “a taxa de ocupação dos lugares oferecidos foi de 82,3 por cento em Setembro, em linha com a média de 82,4 por cento registada de Janeiro a Setembro do ano corrente”, embora a companhia tradicionalmente calcule a taxa de ocupação em RPK/ASK, como a sua ‘irmã’ Azul e a generalidade das companhias de aviação, e não em passageiros/número de lugares, como fazem as low cost.

 

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