Falência da Thomas Cook “é um reordenamento do sector”, OMT

10-10-2019 (00h10)

O director executivo da Organização Mundial do Turismo (OMT), Manuel Butler, afirmou que a falência da Thomas Cook “é um reordenamento do sector” no contexto da “transformação brutal” que está a viver o turismo a nível mundial.

A falência do operador turístico britânico é “uma notícia triste”, já que para uma organização que promove o turismo é sempre uma “má notícia” quando desaparece um dos seus actores, mas este desaparecimento enquadra-se no “momento disruptivo” que vive o sector, afirmou o responsável, citado pela agência EFE.

“Os fluxos turísticos e a vontade de viajar mantém-se” e, além disso, viajar “é um bem de primeira necessidade”, pelo que o mercado voltará à normalidade, acrescentou Manuel Butler.

O operador turístico britânico Thomas Cook anunciou falência em 23 de Setembro último, depois de não ter conseguido obter fundos necessários para garantir a sobrevivência.

A falência levou as autoridades a organizar um repatriamento de cerca de 600 mil turistas em todo o mundo.

Em Portugal, o Governo disponibilizou uma linha de crédito para as empresas afectadas pela insolvência do operador turístico Thomas Cook, com um montante até 1,5 milhões de euros, para financiar necessidades de tesouraria.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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