Dominicana supera os cinco milhões de turistas até Setembro, apesar de queda dos emissores europeus

19-10-2018 (18h07)

Imagem: www.godominicanrepublic.com
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A República Dominicana teve este Verão (Junho a Setembro) um aumento das chegadas de turistas não residentes em 6,9%, embora da parte da Europa tivesse uma queda em 6,4%, inclusivamente mais forte que a queda média nos nove meses de Janeiro a Setembro, que foi de 4%.

Dados divulgados pelo Banco Central da Dominicana mostram que a queda das chegadas da Europa se deve principalmente aos mercados alemão, russo, espanhol, sueco e holandês.

Nos nove meses de Janeiro a Setembro as chegadas da Alemanha foram menos quase 40 mil (-20,3%, para 156,9 mil), da Rússia foram menos 20,2 mil (-12%, para 148,8 mil), de Espanha foram menos 11,2 mil (-8,6%, para 119 mil), da Suécia foram menos 4,7 mil (-31,9%, para dez mil) e da Holanda foram menos 3,7 mil (-15,1%, para 20,6 mil).

Nos meses de Verão, Junho a Setembro, a Dominicana teve menos 18,8 mil turistas residentes na Alemanha (-24,8%, para 56,9 mil), da Rússia teve menos 9,8 mil (-14,2%, para 59 mil), de Espanha teve menos 7,1 mil (-9,9%, para 64,5 mil) e da Holanda teve menos 2,7 mil (-23,1%, para 9,1 mil).

Os emissores europeus que mais estão a atenuar estas quebras são Inglaterra, com mais 9,9 mil turistas até Setembro (+7,3%, para 146 mil), Portugal, com mais 8,6 mil (+34,8%, para 33,3 mil), e França, com um aumento em 8,3 mil (+5,1%, para 171,4 mil).

O balanço positivo das chegadas de turistas não residentes, que no fim de Setembro superaram os cinco milhões, com um aumento em 6,3% ou 297,9 mil, para 5,009 milhões, deve-se principalmente ao aumento de 214,6 mil chegadas dos emissores da América do Norte (+9%, para 2,59 milhões), com mais 151,1 mil dos Estados Unidos (+8,8%, para 1,86 milhões), seu maior emissor, e mais 59,4 mil do Canadá (+9,3%, para 699,3 mil).

Outros contributos expressivos foram os aumentos de 38,6 mil chegadas da Argentina (+29,2%, para 171,1 mil), 30,6 mil do Brasil (+47,6%, para 94,9 mil) e 10,2 mil do Chile (+13,3%, para 87 mil).

 

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