Air France faz 78,5% do crescimento de tráfego do grupo nos primeiros cinco meses do ano

11-06-2019 (15h34)

Foto: Air France
Foto: Air France

A companhia de aviação francesa Air Afrance assegurou 78,5% do aumento de tráfego do grupo em RPK (passageiros x quilómetros voados) nos primeiros cinco meses do ano, com a holandesa KLM a ter uma participação de apenas 1,7% e a low cost Transavia, 19,8%.

Os dados de tráfego publicados hoje pelo grupo indicam um crescimento médio do tráfego em 4,5%, representando 4,95 mil milhões de passageiros x quilómetros voados (RPK) com +6,8% ou mais 3,88 mil milhões na Air France, +0,2% ou mais 86 milhões na KLM e +9,8% ou mais 980 milhões na Transavia.

A Air France foi também a companhia que mais contribuiu para o aumento de passageiros embarcados em voos do grupo, que atingiu um total de 40,8 milhões, +4,4% ou mais 1,7 milhões que no período homólogo de 2018, com aumentos de 5,7% ou 1,1 milhões na Air France, que somou 20,88 milhões, +1,6% ou mais 221 mil na KLM, que totalizou 13,8 milhões, e +6,4% ou mais 366 mil na Transavia, que teve um total de 6,08 milhões.

Os dados publicados indicam que o crescimento mais forte da Air France deu-se nas rotas de longo curso, com um aumento em 7% em RPK, enquanto na KLM foram as rotas de longo curso que penalizaram a evolução, tendo um decréscimo em 0,5%.

O grupo informou que as suas companhias de rede (Air France e KLM) tiveram um crescimento médio do tráfego de passageiros nos primeiros cinco meses deste ano em 4%, com +3,8% em voos de longo curso e +4,5% em voos de curto e médio cursos, neste segmento com +5,3% na Air France e +2,7% na KLM.

As linhas da América Latina foram as que tiveram o crescimento mais forte de tráfego em RPK entre as rotas de longo curso, com +8%, seguidas pelas linhas da América do Norte, com +6,3%, e Ásia e Pacífico, com +4%.

As linhas de África e Médio Oriente e Caraíbas e Oceano Índico tiveram quebras de tráfego, respectivamente em 1,3% e em 0,1%.

Ainda assim tiveram taxas de ocupação dos voos melhores que há um ano, com +1,4 pontos no sector África e Médio Oriente, para 82,2%, e +0,8 pontos no sector Caraíbas e Oceano Índico, para 89,6%, enquanto as linhas da América Latina e América do Norte tiveram quebras, respectivamente em 1,4 pontos, para 88,6%, e em 0,3 pontos, para 87,3%.

As linhas da Ásia e Pacífico também tiveram melhor taxa de ocupação média que há um ano, com uma subida em 0,7 pontos, para 90,2%, que é a taxa média mais elevada dos primeiros cinco meses deste ano.

 

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