Portugal protagonizou queda mais forte das chegadas de turistas a Espanha em Outubro

30-11-2017 (13h49)

Estados Unidos foi o emissor com o maior aumento

Portugal foi o emissor para Espanha que, em Outubro, teve a queda mais forte das chegadas entre as principais origens, em 12,8%, embora em valor absoluto a maior queda tenha sido de França, com menos 95,6 mil, enquanto o maior aumento foi dos Estados Unidos, em 59 mil.

Os dados revelados hoje pelo INE espanhol mostram que em Outubro o país teve um aumento de 127,7 mil turistas estrangeiros (+1,8%, para 7,265 milhões), para o qual o maior contributo foi o aumento em 59 mil das chegadas dos Estados Unidos e a maior penalização foi a queda em 95,6 mil de França.

Em percentagem, a queda das chegadas de França foi em 10,2%, ainda assim menor que a queda das chegadas de Portugal, que tiveram o maior ‘trambolhão’ em percentagem, em 12,8%, representando um decréscimo de 22,3 mil, para 151,8 mil.

Apesar dessa queda, França manteve-se o terceiro maior emissor para Espanha, com 838,2 mil turistas no país, depois  do Reino Unido, nº 1, com 1,66 milhões, em ligeira alta de 0,5% ou 7,9 mil, e da Alemanha, que, no entanto teve a segunda maior queda em valor, com menos 60,4 mil que há um ano (-4,7%, para 1,22 milhões).

Além de Portugal, França e Alemanha, entre os seus principais emissores, Espanha teve ainda queda das chegadas da Irlanda, em 3,9% ou 7,2 mil, para 180 mil.

Do lado dos que subiram, em valor sobressaíram, depois dos EUA, os Países Baixos, com mais 54,1 mil (+17,8%, para 358,2 mil), os Países Nórdicos, com mais 48 mil (+8,9%, para 586,5 mil), o conjunto Resto da América (tirando os EUA), com mais 43,3 mil (+16,1%, para 313,1 mil), a Suíça, com mais 36,1 mil (+17,1%, para 247,7 mil), e a Bélgica, com mais 26,3 mil (+15,4%, para 197 mil).

No conjunto dos primeiros dez meses do ano, em que Espanha soma 73,4 milhões de turistas estrangeiros, com um aumento em 9,2% ou 6,17 milhões, para o qual o maior contributo foi do Reino Unido, com mais 1,12 milhões, que, no entanto, tem um crescimento menos forte que a média, em  7,1%, para 17 milhões.

Em valor absoluto, os dados do INE mostram que Espanha teve aumentos superiores a meio milhão das chegadas da Alemanha, com mais 605,8 mil, países nórdicos, com mais 661 mil, Estados Unidos, com mais 598,5 mil, resto da América (sem EUA), com mais 600,1 mil, resto do Mundo (sem Europa e América), com mais 532,8 mil, e resto da Europa (sem os 11 maiores emissores), com mais 524,5 mil.

Em percentagem, com aumentos mais fortes que a média do período (+9,2%), estão Irlanda, com +13,9%, Países Baixos, com +9,9%, Países Nórdicos, com +15,2%, Rússia, com +13,6%, Suíça, com +23,1%, resto da Europa, com +11,9%, Estados Unidos, com +33,9%, resto América, com +26,8%, e resto do Mundo, com +14,2%.

Depois do Reino Unido, maior emissor, com 17,05 milhões, acima de dez milhões estão ainda as chegadas da Alemanha, com 10,81 milhões, e de França, com 10,16 milhões.

O quarto maior emissor é o conjunto dos Países Nórdicos, com cinco milhões, seguindo-se os conjuntos resto da Europa, com 4,936 milhões, e resto do Mundo, com 4,292 milhões.

De Portugal, Espanha recebeu 1,85 milhões de turistas nos primeiros dez meses deste ano, +5,5% ou mais 96,6 mil que no período homólogo de 2016.

 

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