Espanha teve menos turistas estrangeiros este Julho

02-09-2019 (18h13)

Espanha teve este mês de Julho, tradicionalmente o segundo mais forte da época alta, uma quebra de turistas residentes no estrangeiro em 1,3% ou cerca de 133 mil, com quebras dos dois maiores emissores, o Reino Unido e a Alemanha.

Os dados publicados hoje pelo INE espanhol mostram quebras de nove dos 12 principais mercados europeus, entre os quais Portugal, com -3,1% ou menos cerca de oito mil, ficando em 255,7 mil.

A informação permite concluir que a maior quebra foi de turistas residentes em Países Nórdicos, com menos 95,1 mil (-12,4%, para 670,6 mil), seguida pelas quebras de residentes no Reino Unido, com menos cerca de 48,4 mil (-2,2%, para 2,166 milhões), e na Alemanha, com menos cerca de 38,6 mil (-3%, para 1,24 milhões).

A compensar estas quebras estiveram principalmente as chegadas de turistas residentes nos Estados Unidos, que foram mais 71,2 mil que em Julho de 2018 (+19,9%, para 429,6 mil), e França, que foram mais cerca de 31,8 mil (+2,3%, para 1,42 milhões).

Apesar da quebra em Julho, no conjunto dos primeiros sete meses deste ano Espanha tem um aumento das chegadas de turistas residentes no estrangeiro em 1,9%, que significa um acréscimo de cerca de 902 mil, somando um total de 48,06 milhões.

Portugal é neste período um dos mercados com aumento das chegadas a Espanha a dois dígitos, com +10% ou mais cerca de 123 mil, totalizando 1,233 milhões.

O crescimento mais forte, porém, é das chegadas de residentes nos Estados Unidos, em 14,2% ou 248 mil, para 1,99 milhões, mas o maior aumento é do conjunto “resto do mundo”, com um aumento em 316,8 mil (+11,4%, para 3,088 milhões).

Residentes no Reino Unido, maior emissor, estiveram em Espanha 10,47 milhões, -1,6% ou menos 166,4 mil que no período homólogo de 2018, residentes na Alemanha estiveram 6,586 milhões, +2,2% ou mais 138,6 mil, e residentes em França estiveram 6,118 milhões, -1,2% ou menos cerca de 74,8 mil.

A maior quebra do período é de turistas residentes nos Países Nórdicos, que foram menos 282 mil (-7,8%, para 3,3 milhões).

 

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