Espanha foi o país que mais contribuiu para Portugal alcançar novo recorde de receitas turísticas em 2017

21-02-2018 (15h44)

Turistas de 21 emissores despenderam mais de cem milhões de euros em Portugal no ano passado

Os residentes em Espanha despenderam no ano passado em Portugal mais 354,89 milhões de euros que em 2016 e foram assim os que deram o maior contributo para o aumento das receitas turísticas portuguesas em 2.472,81 milhões para o novo recorde de 15.153,36 milhões.

Dados do Banco de Portugal relativos aos gastos no país de turistas de 62 emissores consultados pelo PressTUR mostram que ainda assim Espanha, com um total de 1.995,71 milhões de euros de gastos dos seus residentes, foi apenas o 3º maior emissor para Portugal, depois do Reino Unido, com 2.591,39 milhões, e de França, com 2.482,85 milhões.

Além destes três países, apenas os residentes na Alemanha ultrapassaram também os mil milhões de euros de gastos em Portugal no ano de 2017, com 1.731,80 milhões.

Os turistas procedentes destes quatro países somaram, assim, 8.801,75 milhões de euros, o que equivale a 58,1% do total de gastos de turistas estrangeiros no país, depois de terem representado 60,5% em 2016 e 58,8% em 2015.

O 5º maior emissor é simultaneamente o primeiro de longo curso, os Estados Unidos, de cujos residentes Portugal teve no ano passado 812,80 milhões de euros de gastos, seguindo-se a Holanda, com 637,01 milhões, o Brasil, com 578,83 milhões, a Bélgica, com 433,25 milhões, a Suíça, com 392,04 milhões, e Angola que, com 385,03 milhões, regressou ao Top10, por troca com a Irlanda (376,93 milhões).

Portugal teve ainda mais um emissor cujos residentes despenderam no ano passado no país mais de 300 milhões de euros, a Itália, com 337,53 milhões, e mais dois com gastos entre 200 milhões e 300 milhões, o Canadá, com 274,40 milhões, e o Luxemburgo, com 210,06 milhões.

Com gastos em Portugal entre 100 milhões e 200 milhões estiveram os turistas residentes na Suécia, com 166,71 milhões, Polónia, com 1534,03 milhões, Áustria, com 132,39 milhões, China, com 129,58 milhões, Dinamarca, com 122,36 milhões, Noruega, com 105,30 milhões, e Rússia, com 104,38 milhões.

A Rússia foi assim o 21ºmaior emissor para Portugal em receitas turísticas, ultrapassando a Finlândia, que encabeça um lote de três emissores com gastos em Portugal entre 50 milhões e cem milhões de euros, com 86,29 milhões, à frente da Austrália, com 69,84 milhões, e Moçambique, com 61,09 milhões.

Com gastos entre 20 milhões e 50 milhões de euros estiveram os turistas residentes na República Checa, com 39,16 milhões, Japão, com 38,80 milhões, Roménia, com 36,80 milhões, África do Sul, com 32,69 milhões, Emirados Árabes Unidos, com 31,51 milhões, Argentina, com 26,69 milhões, Hungria, com 24,82 milhões, Turquia, com 21,56 milhões, e Cabo Verde, com 20,65 milhões.

Com gastos entre dez milhões e 20 milhões estiveram os turistas residentes no México, com 19,17 milhões, Coreia, com 17,79 milhões, Grécia, com 17,66 milhões, Ucrânia, com 14,89 milhões, Lituânia, com 14,87 milhões, Índia, com 14,76 milhões, Eslováquia, com 14 milhões, Letónia, com 11,44 milhões, Bulgária, com 11,31 milhões, Croácia, com 11,13 milhões, Estónia, com 10,51 milhões, e Malta, com 10,48 milhões.

Assim, os Top4 emissores foram a origem de 58,1% das receitas turísticas portuguesas em 2017, os restantes seis mercados do Top10 fizeram 21,4%, e os que completam o Top21, cujos residentes despenderam mais de cem milhões de euros em Portugal, fizeram 13,9%.

O grupo dos que despenderam entre dez milhões e cem milhões proporcionou 4,3% das receitas turísticas.

 

Para ler mais clique:

Gastos dos portugueses em turismo no estrangeiro ultrapassam pela primeira vez os quatro mil milhões de euros

 

Clique para mais notícias: Balança portuguesa das Viagens e Turismo

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