Turismo europeu para a Dominicana começa 2018 com estagnação em baixa

20-02-2018 (15h13)

Imagem: www.godominicanrepublic.com
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Depois de em 2017 ter sido o ‘motor’ do crescimento do turismo internacional na Dominicana, a Europa ‘resvala’ para uma estagnação em baixa no primeiro mês deste ano, com quebras de alguns dos maiores emissores, como a Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália, e estagnação da Rússia.

Dados do Banco Central da República Dominicana consultados pelo PressTUR mostram que este Janeiro as chegadas de turistas europeus à Dominicana baixaram 0,9% ou 1,1 mil, para 130,6 mil, com a maior quebra a ser de residentes na Alemanha, que baixaram 4,4 mil (-17,8%, para 20,2 mil).

Seguiram-se as quebras das chegadas de residentes em Espanha, que foram menos 1,6 mil (-13,2%, para 10,5 mil), em Inglaterra, que foram menos 1,4 mil (-11,4%, para 11,3 mil), Suécia, que foram menos 1,1 mil (-22,5%, para 3,8 mil), e França, que apesar de um decréscimo de 832 (-3%, para 26,4 mil) se manteve o maior emissor europeu.

A atenuar o efeito destas quebras sobressaíram Portugal, com um aumento de 1,6 mil (+359,3%, para 2.113), Polónia, com mais 1,6 mil (+42,5%, para 5,3 mil), e Ucrânia, com mais 1,2 mil (+96,8%, para 2,5 mil).

A estes somou-se ainda o aumento das chegadas da Rússia, em 2,3% ou 467, para 21 mil, que assim se manteve o segundo maior emissor europeu, depois de em 2017 ter sido o ‘motor’ do crescimento do número de turistas residentes na Europa, com um aumento em 81,6% ou 107,9 mil, para 240 mil.

Apesar do ‘resvalar’ das chegadas da Europa, a Dominicana começou 2018 com um aumento de turistas não turistas não residente sem 3,9% ou 21,2 mil, para 566,8 mil, com aumentos de 9,3% ou 5,5 mil dominicanos residentes no estrangeiro, para 65,4 mil, e de 3,2% ou 15,6 mil estrangeiros, para 501,3 mil.

A América do Norte foi a região que mais impulsionou o aumento das chegadas de estrangeiros, com uma subida em 6% ou 16,4 mil, para 290,1 mil, pelos aumentos em 8,4% dez mil do Canadá, para 129,6 mil, e em 4,2% ou 6,3 mil dos Estados Unidos, para 158,1 mil.

Aos emissores em mais forte crescimento juntaram-se ainda a Argentina, com um aumento em 39,5% ou 6,5 mil, para 23 mil, e Brasil, com +57,1% ou mais 4,3 mil, para 11,9 mil.

 

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