LATAM aumenta capacidade em 8% em Setembro e sofre queda acentuada da ocupação dos voos

10-10-2018 (19h58)

Foto: LATAM
Foto: LATAM

O grupo LATAM, formado pela integração da brasileira TAM na chilena LAN, informou hoje que embora tendo aumentado a sua capacidade (em ASK, lugares x quilómetros voados) em 8% em Setembro, o crescimento do tráfego (em RPK, passageiros x quilómetros voados) ficou em 2,4% o que acarretou uma queda da taxa de ocupação em 4,5 pontos, para 81,9%.

Esta quebra foi comum às operações domésticas e internacionais, mas teve mais intensidade nestas, nas quais se inclui a linha São Paulo - Lisboa da LATAM Brasil, iniciada a 3 de Setembro, com um decréscimo de 5,9 pontos, para 82,5%, por um crescimento do tráfego em 3,9% face a um aumento de capacidade em 11,3%.

A segunda queda de ocupação mais forte foi em voos domésticos no Brasil, operados pela LATAM Brasil, com um decréscimo de 4,3 pontos, para 80,7%, porque apesar de um aumento da capacidade em 5,4% o tráfego nem sequer cresceu.

As linhas domésticas em países de língua espanhola (Chile, Peru, Argentina, Equador e Colômbia), a ocupação também evoluiu em baixa em Setembro, descendo 0,5 pontos, para 81,5%, por crescimento do tráfego em 1% face a um aumento da capacidade em 1,6%.

Com estes resultados no mês de Setembro, a ocupação média dos voos do grupo LATAM nos primeiros nove meses deste ano está em 83,1%, a descer 1,6 pontos, pelas quebras em 2,3 pontos nas linhas internacionais, operadas tanto pela TAM como pela LAN, para 84,8%, e em 1,6 pontos nas linhas domésticas no Brasil, para 80,4%,

Os voos domésticos no Chile, Peru, Argentina, Equador e Colômbia, apesar da queda em Setembro, ainda estão com evolução da ocupação em alta de 0,7 pontos, para 81,9%.

A informação do grupo indica que nestes nove meses somou 50,57 milhões de passageiros, +2,1% ou ais 1,03 milhões que no período homólogo de 2017.

O maior contributo para o crescimento veio dos voos domésticos nos países de língua espanhola, com aumento em 4,1% ou 688 mil, para 17,35 milhões, seguindo as linhas internacionais, com +2,4% ou mais 290 mil.

Os voos domésticos no Brasil tiveram um aumento e passageiros em 0,3% ou 59 mil, para 20,91 milhões, continuando assim a ser o maior mercado do grupo em número de passageiros.

 

Clique para mais notícias: LATAM

Clique para mais noticias: Aviação

Clique para mais notícias: América

Clique para mais notícias: Brasil

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Embraer e Boeing aprovam acordo para criar nova empresa que absorve a brasileira

17-12-2018 (16h33)

As fabricantes de aeronaves brasileira Embraer e norte-americana Boeing anunciaram hoje que aprovaram os termos da parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial, cuja execução depende de aprovação do Governo brasileiro.

Brasil autoriza estrangeiros a ter 100% do capital das companhias aéreas do país

14-12-2018 (16h59)

O Presidente do Brasil, Michel Temer, assinou uma medida provisória que abre espaço para que estrangeiros assumam 100% do controlo do capital das companhias aéreas do país.

Manutenção e engenharia da TAP no Brasil prevê lucro de 3 milhões de euros em 2019 – Antonoaldo Neves

14-12-2018 (12h35)

O negócio da manutenção e engenharia da TAP no Brasil, a ex-VEM (Varig Engenharia e Manutenção), atingiu o equilíbrio operacional em 2018 e deverá alcançar em 2019 um lucro operacional de três milhões de euros, disse Antonoaldo Neves, CEO da TAP.

TAP vai disponibilizar serviço gratuito de mensagens escritas em voos transatlânticos

13-12-2018 (18h25)

Os passageiros de voos transatlânticos da TAP vão ter à disposição gratuitamente um serviço de mensagens escritas ilimitadas, via wifi, anunciou hoje a empresa, salientando que é a primeira da Europa a proporcionar essa facilidade.

Avianca Brasil recorre à protecção de credores para resistir aos donos dos seus aviões

12-12-2018 (14h57)

A Avianca Brasil, uma das companhias de aviação do grupo Synergy dos irmãos Efromovich, recorreu à figura da protecção de credores, devido, segundo afirmou, “à resistência de arrendadores de suas aeronaves a um acordo amigável”.