GOL reduz capacidade no mercado doméstico brasileiro sem deixar de crescer

07-06-2019 (09h59)

Foto: GOL
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A GOL, maior companhia de aviação brasileira em passageiros transportados em voos domésticos, indicou que em Maio teve um crescimento do tráfego em RPK (passageiros x quilómetros voados) neste mercado em 7%, apesar de ter reduzido a capacidade em ASK (lugares x quilómetros voados) em 0,5%.

A companhia teve assim uma melhoria da taxa média de ocupação dos voos domésticos em cinco pontos, atingindo 82,9%.

A companhia teve igualmente melhor ocupação em voos internacionais, tendo uma subida de 7,1 pontos, para 75,3%, por crescimento do tráfego em 71,9% face a um aumento de capacidade em 55,6%.

No conjunto das operações domésticas e internacionais, a GOL declarou um crescimento do tráfego em 12,5% face a um aumento de capacidade em 5,8% e, assim, uma melhoria da taxa média de ocupação em 4,9 pontos, para 81,9%.

A GOL informou ainda que no mês de Maio transportou 2,757 milhões de passageiros, +9,1% ou mais 229 mil que no mês homólogo de 2018, embora tivesse aumentado o número de lugares disponíveis em apenas 1,2% ou 40 mil, para 3,434 milhões.

A companhia reduziu assim o total de lugares vazios nos voos de cerca de 866 mil para cerca de 677 mil.

No conjunto dos primeiros cinco meses deste ano, a GOL tem igualmente uma redução do número de lugares vazios, de aproximadamente 4,069 milhões para cerca de 3,595 milhões.

A companhia informou que nos primeiros cinco meses deste ano teve mais 2,9% de lugares disponíveis que há um ano, somando 17,906 milhões, apesar de ter reduzido o número de descolagens em 1%, para 102.692, e ainda assim teve um aumento de passageiros em 7,4% ou 886 mil, atingindo um total de 14,311 milhões.

Este aumento foi com mais 914 mil passageiros transportados em voos domésticos (+7,3%, para 13,395 milhões) e mais 72 mil em voos internacionais (+8,5%, para 916 mil).

A GOL informou também que nos primeiros cinco meses do ano teve um crescimento médio do tráfego em RPK (passageiros x quilómetros voados) em 7,6%, com +4,9% em voos domésticos e +28,2% em internacionais.

Neste caso, porém, o crescimento foi inferior ao aumento de capacidade (+29%), levando a um decréscimo da taxa de ocupação em 0,5 pontos, para 76,3%, enquanto em voos domésticos a taxa de ocupação subiu 2,1 pontos, para 82,3%, proporcionando um aumento da taxa média dos primeiros cinco meses em 1,6 pontos, para 81,4%.

 

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