Voo Pequim - Lisboa é retomado em finais de Agosto, Capital Airlines

27-06-2019 (13h11)

Imagem: Beijing Capital Airlines
Imagem: Beijing Capital Airlines

A Capital Airlines vai retomar, em finais de Agosto, o voo entre Pequim e Lisboa, com uma paragem técnica em Xi'an, no Noroeste da China, noticiou hoje a agência Lusa, que cita fonte da companhia de aviação chinesa.

Segundo fonte da empresa, a Administração da Aviação Civil da China já autorizou o voo, que arranca a 30 de Agosto e vai substituir a ligação directa, entre Hangzhou, costa Leste da China, e Lisboa, com paragem em Pequim, suspenso desde Outubro passado (para ler mais clique: Beijing Capital Airlines suspende voos Lisboa-Pequim de Outubro a Março).

A nova operação vai começar com três voos por semana em aviões Airbus A330, com capacidade máxima para 440 passageiros.

O pedido original às autoridades chinesas, feito no ano passado pela Capital Airlines, referia apenas dois voos por semana, com partida em Xi'an e chegada a Lisboa, excluindo Pequim da rota, uma decisão criticada pelas autoridades portuguesas (para ler mais clique: Capital Airlines pede para ter voo directo entre o Noroeste da China e Lisboa).

Na altura, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, enfatizou a importância da ligação a Pequim, dizendo ser “muito importante”.

“Não temos nada a objectar, evidentemente, a que haja outras ligações aéreas, e quanto mais melhor, mas a ligação Pequim - Lisboa é muito importante, e esses foram os termos da iniciativa em que resultou o lançamento do voo”, afirmou.

“O seu potencial para o turismo e desenvolvimento das relações entre os povos [português e chinês] são evidentes, e ajudará muito às relações comerciais e de investimento”, acrescentou.

No primeiro ano dos voos para Portugal, a Capital Airlines transportou mais de 80 mil passageiros, segundo dados da empresa. A taxa média de ocupação foi de 80%, nos meses mais fracos, enquanto na época alta superou os 95%.

A Capital Airlines é detida em parte pelo grupo chinês HNA, que enfrenta uma grave crise de liquidez, depois de ter fechado 2017 com uma dívida de 598 mil milhões de yuan (cerca de 77 mil milhões de euros).

Em Dezembro passado, no entanto, o outro accionista do grupo, a firma estatal Beijing Tourism Group, aumentou a sua participação na companhia aérea, através de uma injecção de capital e aquisição de parte das acções detidas pela HNA.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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