Moçambique já permite vistos à chegada, mas TAP recomenda obtê-lo na origem

22-08-2017 (11h20)

A TAP divulgou hoje uma informação para as agências de viagens em que recomenda que nas viagens para Moçambique os viajantes obtenham “visto na origem”, pois embora já seja possível obtê-lo à chegada a Maputo, a perspectiva é que seja “um processo moroso (que implica necessidade de tirar fotografia e preencher documentos)”.

A companhia começa por referir que “já é possível a qualquer cidadão estrangeiro, quer proveniente de país com representação ou sem representação diplomática ou consular moçambicana, obter visto no acto de entrada, nos Postos de Travessia”, conforme informação de dia 14 do Serviço Nacional de Migração da República de Moçambique.

A TAP também especifica que os passageiros que optem pela modalidade de obter o visto à chegada a Maputo devem atender que precisam “apresentar passaporte ou documento equiparado com validade não inferior a seis (6) meses; exibir garantias de subsistência; exibir garantias de meios financeiros de regresso à procedência; [e] não ter sido expulso ou encontrar-se interdito de entrar na República de Moçambique”.

“A TAP alerta no entanto, que à chegada ao aeroporto de Maputo,  a obtenção de visto possa ser ainda um processo moroso (que implica necessidade de tirar fotografia e preencher documentos). Recomenda-se portanto obter visto na origem”, conclui a informação da Direcção de Vendas da TAP às agências de viagens portuguesas a que o PressTUR teve acesso.

 

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