Royal Caribbean vai crescer na Europa “sustentada na qualidade”, Francisco Teixeira

12-06-2019 (13h09)

Foto: Melair Cruzeiros
Foto: Melair Cruzeiros

A oferta de cruzeiros da Royal Caribbean no Mediterrâneo nos próximos dois a três anos talvez não “cresça muito em quantidade, mas cresce com certeza em qualidade”, avançou Francisco Teixeira, director da Melair, empresa que representa a companhia de cruzeiros em Portugal.

“Já temos os itinerários de 2021 fechados, mas daí para a frente em termos de Mediterrâneo crescerá em quantidade, mas sustentada na qualidade, com navios novos, maiores e com outra dinâmica de oferta”, como os navios das classes Oasis, Quantum e Icon, especificou Francisco Teixeira, em declarações aos jornalistas após uma apresentação ontem em Lisboa, a bordo do Independence of the Seas

Para 2021, 2022 e 2023, a oferta da Royal Caribbean vai posicionar-se “muito naquilo que é hoje a oferta do Symphony of the Seas”, que é actualmente o navio da companhia mais procurado pelos portugueses para viagens nas Caraíbas (clique para ler: Symphony of the Seas “é uma experiência de férias” – Francisco Teixeira).

Mas tudo dependerá da conjuntura económica dos mercados emissores, porque a Royal Caribbean posiciona os navios “onde tem melhores condições de negócio”, acrescentou, apontando como exemplo que a Royal Caribbean chegou a ter previsto “ter dois navios à saída de Inglaterra e afinal vai ter só um”.

Em Portugal “estamos dependentes da oferta que temos e isso faz-nos promover muito as Caraíbas”, frisou o executivo.

As vendas da companhia no mercado português são equilibradas entre Caraíbas e Mediterrâneo. “Num ano em que temos um navio novo em Barcelona, se calhar o Mediterrâneo ultrapassa [as Caraíbas] em grande escala. Nos anos em que não temos, o Mediterrâneo continua a ser o destino mais procurado, mas com uma margem muito curta em relação às Caraíbas”, explicou o director da Melair.

A companhia também tem vindo a apostar na Ásia, com “navios dedicados à China”, outros mais “em Hong Kong e Singapura, que são mais internacionais”, com itinerários que incluem o Japão, entre outras ofertas.

“O Alasca também é um mercado que retomámos um pouco, mas já tivemos números muito maiores há uns anos, porque o preço médio é muito superior em relação ao que era há cinco/seis anos”, acrescentou ainda Francisco Teixeira.

Clique para continuar a ler:

Melair desafia agentes de viagens a propor cruzeiros à saída de Porto Rico


 

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