Portugueses, espanhóis, brasileiros e americanos proporcionam melhor Junho de sempre em número de clientes

14-08-2019 (15h47)

A hotelaria portuguesa teve este ano um total recorde para um mês de Junho com 2,71 milhões de hóspedes alojados, graças principalmente aos aumentos de turistas residentes em Portugal, em Espanha, no Brasil e nos Estados Unidos.

Os dados divulgados hoje pelo INE indicam que este Junho o alojamento turístico português (incluindo hotéis, hotéis-apartamentos, pousadas e quintas da Madeira, apartamentos turísticos, aldeamentos turísticos, alojamento local e turismo no espaço rural e de habitação) teve mais 239,1 mil turistas alojados que em Junho de 2018, com mais 123,9 mil residentes em Portugal, mais 23,7 mil residentes em Espanha, mais 22,8 mil residentes no Brasil e mais 21,4 mil residentes nos Estados Unidos.

Esses aumentos, somando mais 192 mil turistas que há um ano, permitiram ‘acomodar' quedas de alguns mercados, que não do que muitos prognosticavam fosse um problema, o Reino Unido, pelo efeito incerteza relativamente ao Brexit, mas de onde o alojamento turístico português teve em Junho um aumento de 13 mil clientes, totalizando 256,3 mil, que o mantém no topo dos emissores internacionais.

O segundo maior mercado, com 186,8 mil clientes no alojamento turístico em Junho foi Espanha, que assim suplantou a Alemanha, que teve um decréscimo em 0,3% ou cerca de 550, para 161,6 mil,

A maior queda no mês foi porém a do número de turistas franceses, que baixou quase sete mil (-4,1%, para 163,7 mil), seguindo-se o decréscimo de turistas dos Países Baixos, que foram menos 2,5 mil (-3,8%, para 64,7 mil).

França manteve-se o 4º emissor internacional para Portugal em número de residentes no alojamento turístico português, seguida por Brasil, com 128,1 mil, Estados Unidos, com 137,3 mil, e só depois Países Baixos, com 64,7 mil, Itália, com 59,6 mil (+4,9% ou mais 2,8 mil que há um ano) e Irlanda, com 53,9 mil (+4,9% ou mais 2,5 mil).

Os maiores emissores do mês de Junho a seguir à Irlanda são dois mercados de longo curso que estão com crescimentos a dois dígitos, o Canadá, com 39,7 mil (+11,3% ou mais quatro mil), e a China, com 38,1 mil (+13,8% ou mais 4,6 mil).

Só depois estiveram Bélgica, com 33,9 mil (-0,4%), Polónia, com 33,2 mil (-0,4%), Suíça, com 33,8 mil (+8,7%), Suécia, com 12,8 mil (-7,7%) e Dinamarca, com 9,8 mil (+3%).

 

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