Hotelaria portuguesa tem 3º recorde consecutivo de dormidas num primeiro semestre

16-08-2016 (13h52)

A hotelaria portuguesa terminou o primeiro semestre deste ano com 23,047 milhões de dormidas, que é um novo recorde para o período, o 3º consecutivo, depois de 19,298 milhões na primeira metade de 2014 e 20,735 milhões em 2015.

O PressTUR verificou, a partir de dados do INE, que foi em 2014 que pela primeira vez a hotelaria portuguesa bateu o total de dormidas do primeiro semestre de 2008, de 17,61 milhões, embora algumas regiões já tivessem superado o resultados de 2008, como por exemplo o Porto e Norte, o Centro, Lisboa e Alentejo.

As excepções eram, pois, o Algarve, que só em 2014 bateu as 6,02 milhões de dormidas do primeiro semestre de 2008, os Açores, que apenas em 2015 superou as 480,4 mil dormidas da primeira metade de 2008 e a Madeira, que também só no ano passado superou as 3,091 milhões de dormidas de 2008.

Os dados do INE divulgados hoje mostram que, assim, todas as regiões turísticas atingiram novos recordes de dormidas num primeiro semestre, com três milhões no Porto e Norte, 2,03 milhões no Centro, 5,87 milhões em Lisboa, 640,78 mil no Alentejo, 7,39 milhões no Algarve, 661,4 mil nos Açores e 3,438 milhões na Madeira.

Estes dados confirmam a perspectiva de crescimento generalizado do turismo em Portugal, mas cálculos do PressTUR evidenciaram que Algarve e Porto e Norte foram as regiões que mais capitalizaram essa tendência, a primeira ao ficar com 37,6% do aumento de dormidas a nível nacional (mais 870,6 mil) e a segunda com 17,5% (mais 405 mil).

Seguiram-se a Madeira, com 14,9% (mais 344,58 mil) e só depois Lisboa, com 13,4% (mais 309,3 mil).

O Centro concentrou 7,3% do aumento de dormidas (mais 169,8 mil), os Açores, 6,5% (mais 151,4 mil), e o Alentejo, 2,7% (mais 61,9 mil).

Assim, o Algarve reforçou a liderança dos destinos nacionais face a 2015, ao aumentar a sua quota de dormidas na hotelaria portuguesa em 0,6 pontos, para 32,1%, que ainda assim é a sua segunda quota mais baixa desde 2008, ano em que tinha 34,2%.

Também a melhor as respectivas quotas de dormidas face o primeiro semestre de 2015 estiveram os estabelecimentos nas regiões Porto e Norte, com +0,5 pontos, para 13,1%, e Açores, com +0,4 pontos, para 2,9%, enquanto Alentejo e Madeira mantiveram-se respectivamente com 2,8% e 14,9%.

A principal queda foi de Lisboa, que baixou 1,4 pontos, para 25,5%, seguida pelo Centro, com -0,2 pontos, para 8,8%.

Estas variações reflectem que Lisboa foi a região onde o aumento de dormidas no primeiro semestre, em 5,6%, para 5,87 milhões, ficou mais abaixo da média nacional, que foi de +11,2%, para 23,047 milhões.

Igualmente abaixo da média ficaram os estabelecimento na região Centro, com +9,1%, para 2,03 milhões, e quase na média ficaram os localizados no Alentejo, com +10,7%, para 640,8 mil, e n Madeira, com +11,1%, para 3,438 milhões.

Com aumentos mais fortes que a média estiveram os estabelecimentos localizados nos Açores, com +29,7%, para 661,4 mil dormidas, no Porto e Norte de Portugal, com +15,6%, para 3,008 milhões, e no Algarve, com +13,3%, para 7,39 milhões.

 

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