Alemanha provoca Setembro ‘no vermelho’ na hotelaria espanhola

24-10-2019 (16h12)

A hotelaria espanhola teve em Setembro a segunda quebra de dormidas este ano, com um decréscimo em 0,6%, provocado principalmente pela quebra do mercado alemão.

Dados do INE espanhol indicam que a hotelaria do país teve menos 217,2 mil dormidas este Setembro que no mês homólogo de 2018, porque teve menos 366,5 mil dormidas de turistas residentes no estrangeiro devido principalmente à quebra de 591,2 mil dormidas de residentes na Alemanha.

A informação do INE indica que a hotelaria espanhola recebeu em Setembro 11,02 milhões de turistas, 56,3% deles residentes no estrangeiro, num total de 6,2 milhões, +0,7% ou mais 44,9 mil que em Setembro de 2018.

Ainda assim, teve menos 336,5 mil dormidas de turistas residentes no estrangeiro (-1,4%, ficando em 25,99 milhões), porque a sua estada média caiu 2,1%, para 4,19 noites.

Essa tendência de descida da estada média como causa principal da quebra de dormidas foi evidente em vários emissores, a começar pelo maior, o Reino Unido, de onde teve um aumento de 13 mil hóspedes (+1%, para 1,286 milhões), mas ainda assim menos 2,7 mil dormidas (-0,04%, para 7,087 milhões), porque a estada média caiu 1,1%, para 5,51 noites.

Mas onde foi mais gravosa foi na Alemanha, segundo maior emissor para a hotelaria espanhola, com 5,21 milhões de dormidas em Setembro, porque, com um decréscimo em 3,3%, para 5,78 noites, agravou a queda do número de hóspedes em 7,1% (menos 25,4 mil, para 901,1 mil), para uma quebra em 10,2% em número de dormidas.

Os dados do INE mostram que Portugal foi uma das excepções a essa tendência de decréscimo da estada média, com uma subida em 2,8%, para 3,16 noites, com a qual o aumento em 2,1% do número de hóspedes (mais 3,5 mil, para 172,5 mil) ampliou-se para uma subida em 5% do número de dormidas (mais 25,8 mil, para 545,7 mil).

Portugal foi assim um dos emissores que ajudou a contrariar a queda de dormidas de turistas residentes no estrangeiro, que teve como principais expoentes os Estados Unidos, com um aumento de 144 mil (+19,3%, para 888,7 mil), e a Irlanda, com mais 86,5 mil (+16,3%, para 617 mil), bem como o conjunto “América sem EUA”, com mais 159,4 mil (+17,8%, para 1,05 milhões).

Continua em:

Hotelaria espanhola ‘perdeu’ até Setembro 3,4 milhões de dormidas de residentes na Alemanha

 

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