TAP vai manter limites de vento que definiu para aterrar na Madeira – Antonoaldo Neves

14-09-2018 (11h54)

“Mesmo que os limites sejam alterados, a TAP vai manter” os limites de vento que definiu para aterragens na Madeira, porque estudou o assunto e tem o “seu padrão de operação e de segurança”, afirmou o CEO da transportadora, Antonoaldo Neves.

O tema foi dos que mais marcaram a audição de ontem na comissão parlamentar de Antonoaldo Neves que, aos jornalistas, precisou caber ao regulador, em alguns assuntos, poder definir limites e que “cabe ao operador decidir se opera naquele limite ou num limite um pouco abaixo daquele limite”.

“A TAP está confortável com o limite que opera hoje, por acreditar que é a forma mais segura de operar”, referiu o executivo, informando ter pedido, quando chegou à presidência da TAP, uma “avaliação profunda dos limites praticados na Madeira” com as actuais e futuras aeronaves da ilha.

Aos jornalistas, depois da audição de mais de três horas na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, o CEO da companhia de aviação frisou que quando afirma que “mesmo que os limites sejam alterados, a TAP vai manter” é porque estudou o assunto.

“Terceiros podem chegar a conclusões diferentes da TAP, mas a TAP tem o seu padrão de operação, tem o seu padrão de segurança, que eu revi, junto com os técnicos, e julgamos que estão muito adequados, inclusivamente com base no avião novo - A320 neo- que aterrou recentemente na Madeira, justamente para testar os limites do vento”, indicou.

O CEO da transportadora esclareceu ontem, dentro e fora da sala da audição parlamentar, que a TAP “não opera para a Madeira, ou para outro destino, na legislação de serviço público”.

“Nós operamos num ambiente concorrencial. Colocámos mais dois mil voos nas regiões autónomas desde que a empresa foi privatizada. Só na Madeira mais 200 mil assentos por ano”, acrescentou, para argumentar que se quisesse preços altos não tinha aumentado o número de lugares.

Segundo o gestor, a TAP “quer e tem trabalhado para baixar os preços para a Madeira”, e que os valores atuais são mais baixos do que antes da privatização da empresa.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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