TAP teve em Junho 4º pior índice de pontualidade da OAG

12-07-2018 (14h45)

E SATA Internacional teve o 6º pior

A saga da falta de pontualidade de aeroportos e companhias aéreas portugueses atingiu piores patamares no mês de Junho, com a TAP a apresentar o 4º pior índice do mês entre 161 companhias e a SATA internacional (Azores Airlines) o 6º pior.

De acordo com a informação da OAG, a TAP teve apenas 45,5% das chegadas até 15 minutos da hora anunciada e a SATA Internacional teve 50,2%.

A melhor companhia portuguesa foi, assim, a SATA Air Açores, com 72,2% das chegadas até 15 minutos da hora anunciada, cotando em 85ª entre as 161 incluídas no ranking de Junho, liderado pela T’wai Air, da Coreia do Sul, com 94,8%, Bangkok Airways, da Tailândia, com 94,7%, AirDo, do Japão, com 92,9%, Star Flyer, do Japão, com 92,7%, e Fuji Dream Airlines, também do Japão, com 91,9%.

Entre as maiores companhias, com mais de dez mil voos rastreados pela OAG no mês de Junho, a melhor foi a russa Aeroflot, com 88,9% dos voos até 15 minutos da hora de chegada anunciada, seguida pela Aeroméxico, com 87,1%, Japan Airlines, com 87,1%, Garuda Indonesia, com 87%, e All Nippon Airways, com 87%.

As melhores da Península Ibérica foram as espanholas Canarfly, com 90,7%, e Binter Canárias, com 90,2%.

As maiores do mundo em número de voos no mês de Junho foram, segundo a OAG, a American Airlines, com 198.420, a Delta Airlines, com 168.888, a United Airlines, com 151.386, e a Southwest Airlines, com 119.489, todas dos Estados Unidos.

A 5ª maior do mundo e maior europeia foi a Ryanair, com 65.560 voos, à frente das chinesas China Eastern Airlines, com 62.139 voos, e China Southern Airlines, com 61.330, seguidas pela easyJet, com 53.075, Air Canadá, com 51.753, e Lufthansa German Airlines, com 48.049.

A melhor em pontualidade no Top10 foi a Delta, com 81,4% das chegadas até minutos da hora anunciada, seguida por Southwest, com 76,7%, United, com 75,3%, American, com 73,1%, China Eastern, com 70,5%, Air Canadá, com 68,8%, China Southern, com 68,3%, Ryanair, com 65,9%, easyJet, com 62,9%, e Lufthansa, com 58,8%.

Em número de voos, a OAG cotou a TAP em 56ª maior entre 392 companhias, com 12.010 voos, a SATA Air Açores em 209º, com 1.606 voos, e a SATA Internacional em 275ª, com 663.

 

Ver também:

Aeroporto de Lisboa foi o 6º pior do mundo em pontualidade no mês de Junho


Para ler mais notícias: OAG

Clique para mais notícias: Aviação

Clique para mais notícias: Aeroportos portugueses

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Ryanair alega queda mais forte das tarifas para emitir profit warning

18-01-2019 (16h12)

A low cost Ryanair baixou em cerca de cem milhões de euros o intervalo da previsão de lucros do exercício 2017/2018, que termina em Março, apontando como causa uma queda dos preços dos voos mais forte do que antecipara.

TAP confirma A321neo LR na rota Porto – Newark

18-01-2019 (11h56)

A TAP confirmou que a partir de 1 de Junho vai voar entre Porto e Nova Iorque Newark seis vezes por semana com um avião Airbus A321neo Long Range, como o PressTUR noticiou esta terça-feira, dia 15.

Norwegian vai encerrar bases em Espanha, Itália e EUA

18-01-2019 (11h30)

A companhia de aviação Norwegian Air Shuttle anunciou que vai encerrar a partir de Abril várias bases em Espanha, Itália e Estados Unidos, para melhorar o seu desempenho financeiro.

Aeroportos portugueses já ficaram em Novembro abaixo do crescimento médio na União Europeia

17-01-2019 (17h49)

O estancamento do Aeroporto de Lisboa arrastou o país dos tops de crescimento da aviação comercial na União Europeia para níveis inferiores à média, de acordo com o ACI Europa, que até mostrou Faro no Top5 de crescimento em Novembro dos aeroportos com cinco milhões a dez milhões de passageiros por ano.

“A festa poderá estar a acabar em breve”, avisa director-geral do ACI Europa

17-01-2019 (17h47)

O director-geral do ACI Europe, Olivier Jankovec, citado em comunicado da organização, comentou que os dados de Novembro mostram que o transporte aéreo de passageiros “continuam a desafiar um ambiente geopolítico e económico crescentemente desafiador”, mas que “a festa poderá estar a acabar em breve”.