‘Lista negra’ da UE inclui companhias aéreas de Angola, São Tomé, Guiné Equatorial e Venezuela

10-12-2019 (16h28)

Foto: Nils Nedel / Unsplash
Foto: Nils Nedel / Unsplash

Companhias de aviação de Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial e Venezuela constam a ‘lista negra' de 115 transportadoras proibidas de voar para a União Europeia (UE) divulgada em Bruxelas.

Do total, seis integram a lista a título individual, por questões de segurança das próprias transportadoras aéreas, como a Avior Airlines, da Venezuela, a Iran Aseman Airlines, do Irão, a Iraqi Airways, do Iraque, a Blue Wing Airlines, do Suriname, a Med-View Airlines, da Nigéria, e a Air Zimbabwe, do Zimbabué.

As outras 109 - certificadas em 15 países - estão na lista por controlo insuficiente pelas respectivas autoridades nacionais.

A lista inclui sete companhias aéreas de Angola, sendo que apenas a TAAG e a Heli Malongo estão excluídas da lista, todas as de São Tomé e Príncipe e também todas as registadas na Guiné Equatorial.

Também as companhias aéreas do Gabão deixaram de figurar na ‘lista negra', pela sua "melhoria de segurança aérea", permitindo que voltem a poder voar no espaço da União Europeia.

As companhias aéreas do Gabão estavam desde 2008 na ‘lista negra' que inclui companhias sujeitas a proibição total ou a restrições de operação no espaço da União Europeia, por incumprimento das normas de segurança internacionais.

A comissária europeia dos Transportes, Adina Valean, congratulou-se numa declaração "com os esforços realizados pelas autoridades de segurança aérea do Gabão".

A decisão diz respeito a quatro empresas, a Nationale Régionale Transport, a Solenta Aviation Gabon, a Tropical Air Gabon e a Afrijet Business Service, segundo um porta-voz da Comissão.

A informação acrescenta que o executivo europeu colocou a autoridade da aviação civil na Arménia sob "vigilância reforçada", devido aos "sinais de uma diminuição da supervisão da segurança".

A ‘lista negra' actualizada inclui um total de 115 empresas, 109 das quais são certificadas em 15 países e proibidas nos céus da União Europeia, devido à falta de supervisão por parte das suas autoridades nacionais de segurança aérea.

A lista é actualizada periodicamente.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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