LATAM cresce menos do que esperava em Maio no Brasil e em voos internacionais

11-06-2018 (17h32)

Foto: Airbus/A. Doumenjou/master films
Foto: Airbus/A. Doumenjou/master films

O grupo LATAM, cuja subsidiária brasileira começa a voar para Lisboa em inícios de Setembro, terminou Maio com uma queda da taxa de ocupação por crescimentos do tráfego abaixo dos aumentos de capacidade nas rotas internacionais e em voos domésticos no Brasil.

Os dados de tráfego publicados hoje pelo grupo indicam uma queda da taxa de ocupação em Maio de 2,1 pontos, para 80,9%, pelas quedas em 2,9 pontos nas rotas domésticas no Brasil, para 75,2%, e em 2,7 pontos nas rotas internacionais, para 83,9%.

Os dados mostram que no Brasil a LATAM Brasil aumentou a capacidade (em ASK, do inglês para lugares x quilómetros voados) em 7,3%, mas o crescimento do tráfego (em RPK, do inglês para passageiros x quilómetros voados) ficou em 3,3%.

Nas rotas internacionais, o grupo aumentou a capacidade em 5,9% mas o crescimento do tráfego ficou em 2,6%.

O único sector onde o grupo teve crescimentos do tráfego (+6,9%) superiores aos aumentos de capacidade (+4,7%) foi o das operações domésticas em países de língua espanhola (Chile, Peru, Argentina, Equador e Colômbia), as quais tiveram assim uma melhoria da taxa de ocupação dos voos em 1,7 pontos, para 80%.

Em número de passageiros embarcados, os dados indicam que as companhias do grupo tiveram em Maio 5,287 milhões, com um aumento em 3,5% ou 178 mil, e nos cinco meses desde o início do ano estão com um aumento em 2,8% ou 755 mil, totalizando 27,6 milhões.

As operações da LAN nos voos domésticos no Chile, Peru, Argentina, Equador e Colômbia são as que mais contribuem para o crescimento, com 69,7% do aumento em Maio (+7,4% ou mais 124 mil) e 45,7% no conjunto dos primeiros cinco meses (+3,9% ou mais 345 mil).

O maior sector em número de passageiros continua a ser porém o dos voos domésticos no Brasil, com 41,3% em Maio (2,18 milhões) e 41,6% nos cinco meses (11,48 milhões).

O grupo indicou que nos primeiros cinco meses do aumento somou 27,6 milhões de passageiros, com um aumento m 2,8% ou 755 mil, incluindo +3,9% ou mais 345 mil nos voos domésticos no Chile, Peru, Argentina, Equador e Colômbia, +1,3% ou mais 150 em voos domésticos no Brasil e +3,9% ou mais 262 mil em voos internacionais.

 

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