Delta Air Lines declara subida do lucro em 21,5% no 3º trimestre

10-10-2019 (16h43)

Foto: Delta Air Lines
Foto: Delta Air Lines

A norte-americana Delta Air Lines, segunda maior companhia de aviação do mundo, com voos para Lisboa e Açores, comunicou hoje ter alcançado um aumento de lucros no terceiro trimestre em 21,5% com subida da receita operacional em 6,5% e aumento do custo operacional em 3,4%.

A companhia, que indicou ter registado um aumento da margem operacional em 2,5 pontos ou 18,2%, para 16,3%, informou que os proveitos elevaram-se a 12.554 milhões de dólares (11,4 mil milhões de euros ao câmbio de hoje) e o lucro líquido ascendeu a 1.506 milhões (1,37 mil milhões de euros).

A informação sobre os proveitos especifica que o crescimento foi alcançado com uma subida das receitas de passagens em 6% ou 614 milhões de dólares, para 11.410 milhões, quebra das receitas e carga em 17% ou 37 milhões, para 189 milhões e aumento de ‘outras’ receitas em 3% ou 30 milhões, para 961 milhões.

Relativamente aos custos operacionais, a informação mostra que salários e outros encargos com pessoal se mantém a sua maior rubrica de custos, com 2.884 milhões de dólares, +5% ou mais 131 milhões que no período homólogo de 2018, tanto mais quantos os gastos com combustível baixaram 10% ou 259 milhões, para 2.239 milhões.

A informação indica ainda entre outros gastos de 900 milhões com transportadoras regionais excluindo fuel (+2% ou mais 15 milhões que no 3º trimestre de 2018), 685 milhões com contratação de serviços (+22% ou mais 123 milhões), 631 milhões em amortizações e provisões (+10% ou mais 58 milhões) e 539 milhões em comissões de vendas de passagens e outros encargos com vendas (+1% ou mais quatro milhões).

A companhia teve assim 2.071 milhões de dólares de resultado operacional, com um aumento em 26% ou 426 milhões e nos nove meses desde o início do ano regista um aumento em 25% ou 1.046 milhões, para 5.219 milhões, com os proveitos a subirem 6% ou 1.872 milhões, para 35.568 milhões, enquanto os encargos sobem 3% ou 826 milhões, para 30.349 milhões.

A companhia indicou que no conjunto dos primeiros nove meses deste ano teve um crescimento do tráfego de passageiros em RPM (passageiros x milhas voadas) em 5,6% e com uma subida em 0,7% do yield (receita por passageiro voado uma milha), levando a um aumento em 1,8% da receita por lugar voado uma milha, uma vez que além da subida do yield teve uma melhoria da taxa de ocupação em 0,9 pontos, para 86,5%.

 

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