Air France KLM cresce 5,2% com um dia a mais em Fevereiro

09-03-2016 (23h54)

Foto: Air France
Foto: Air France

O grupo Air France KLM, maior da Europa em capacidade de transporte aéreo de passageiros, teve um crescimento do tráfego em Fevereiro de 5,2% que reconhece reflectir tratar-se de um ano bissexto a comparar com um ano de 28 dias em Fevereiro.

A sua informação indica que esse crescimento (em RPK = passageiros x quilómetros voados) permitiu-lhe uma melhoria da taxa média de ocupação dos voos em 1,3 pontos, para 83,6%, já que a sua capacidade (em ASK = lugares x quilómetros voados) apenas aumentara 3,6%.

Em número de passageiros embarcados, o grupo teve um aumento em Fevereiro em 6,3% ou 371 mil, para 6,292 milhões.

O aumento mais forte em passageiros reflecte sobretudo a evolução da sua low cost, a Transavia, que teve um aumento em 10,7% ou 57 mil, para 592 mil, enquanto em RPK o crescimento foi de 4,1%.

Assim, a Transavia cresceu de forma mais forte que o médio curso das companhias de rede do grupo (Air France, KLM e HOP!) em número de passageiros e menos em RPK, cujas variações foram de +5,9% em passageiros embarcados (mais 215 mil, para 3,83 milhões) e +6,4% em RPK.

O mais significativo, porém, foi que o médio curso das companhias de rede melhorou a taxa média de ocupação dos voos em 3,5 pontos, para 77,1%, enquanto a Transavia teve um decréscimo de um ponto, para 88,5%.

Por outro lado, ao contrário do que tem sido habitual, com essa evolução o médio curso bateu também o crescimento relativo das rotas de longo curso, que foi de 5,1%, com um aumento do número de passageiros embarcados em 5,6% ou 99 mil, para 1,87 milhões.

As linhas da América Latina foram as que tiveram os crescimentos de tráfego (RPK) mais fortes, com +12,9%, seguindo-se África e Médio Oriente e América do Norte, ambas com +7,7%, e Caraíbas e Oceano Índico, com +5,5%.

A excepção foi, pois, o sector Ásia e Pacífico, em que o grupo teve uma queda do tráfego em 2,2%, com um decréscimo do número de passageiros embarcados em 1,2% ou seis mil, para 447 mil.

Nos restantes sectores de longo curso, o grupo teve aumentos de passageiros embarcados, que foram de 7,3% ou 31 mil nas linhas da América do Norte, 12,9% ou 28 mil nas linhas da América Latina, para 243 mil,

7,5% ou 28 mil nas linhas de África e Médio Oriente, para 409 mil, e de 5,7% ou 17 mil nas linhas das Caraíbas e Oceano Índico, para 315 mil.

 

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