Aeroportos portugueses lideram na Vinci em número de passageiros e crescimento

12-07-2019 (16h29)

Foto: Vinci Airports
Foto: Vinci Airports

Portugal manteve-se o primeiro mercado da multinacional francesa Vinci Airports no primeiro semestre, com 27,46 milhões de passageiros nos aeroportos sob sua gestão, os quais foram, também os que tiveram o maior aumento de passageiros, com mais 1,84 milhões que há um ano (+7,2%).

Os dados divulgados hoje pela Vinci Airports relativos aos 46 aeroportos que gere em 12 países, indica que somaram 123,43 milhões de passageiros no primeiro semestre, com um aumento em 6,7% ou 7,75 milhões em relação ao período homólogo de 2018.

A informação indica também que no segundo trimestre houve uma aceleração do crescimento, com o aumento de passageiros a ser de 7,3% ou 4,5 milhões, para 66,18 milhões, o que se explicará nomeadamente pelo efeito férias da Páscoa no mês de Abril, quando em 2018 foram essencialmente em Março.

Os dados relativos aos dez aeroportos que a Vinci gere em Portugal indicam igualmente uma aceleração do crescimento no 2º trimestre, embora não tão vincada, com o aumento de passageiros a ser de 7,8% ou 1,19 milhões, para 16,44 milhões.

Depois de Portugal o maior mercado da Vinci Airports em passageiros nos aeroportos sob sua gestão é o Reino Unido, onde tem Gatwick, um dos dez maiores aeroportos europeus, integrado desde Maio, e seguidamente Japão (Kansai Airports), Chile (Nuevo Pudahuel), França, Cambodja (Cambodia Airports), Estados Unidos, Brasil, Sérvia, República Dominicana (Aerodom), Suécia e Costa Rica.

Para o Reino Unido a Vinci Airports indica 25,3 milhões de passageiros no primeiro semestre, +3,3% ou mais 809 mil que um ano antes, para o Japão indica 25,6 milhões (+6% ou mais 1,4 milhões), para o Chile indica 12,56 milhões (+11,3% ou mais 1,27 milhões) e para França indica 10,5 milhões (+10,1% ou mais 964 mil).

O Brasil é o único dos mercados com dados publicados pela Vinci com queda do número de passageiros, em 3,3% ou 127 no semestre, para 3,73 milhões, pela queda em 12,9% ou 223 mil no segundo trimestre, para 1,5 milhões, que a empresa explica pela insolvência da Avianca Brasil.

O Brasil, porém, foi apenas o 8º mercado para a Vinci em número de passageiros dos aeroportos sob sua gestão no primeiro semestre, depois também do Cambodja, com seis milhões (+15,5% ou mais 806 mil que no período homólogo de 2018), e Estados Unidos, com cinco milhões (+6% ou mais 283 mil).

Depois do Brasil situaram-se Sérvia, com 2,61 milhões de passageiros (+5,9% ou mais 145 mil que no primeiro semestre de 2018), República Dominicana, com 2,82 milhões (+9,5% ou mais 245 mil), Suécia, com 1,06 milhões (+2,3% ou mais 24 mil), e Costa Rica, com 740 mil (+8,3% ou mais 57 mil).

Os mercados com maior aumentos de passageiros em aeroportos geridos pela Vinci no segundo trimestre foram Portugal, com mais 1,19 milhões (+7,8%, para 16,44 milhões), Japão, com mais 920 mil (+7,6%, para 13 milhões), Chile, com mais 660 mil (+13,3%, para 5,62 milhões), França, com mais 564 mil (10,6%, para 5,88 milhões), Cambodja, com mais 558 mil (+25,1%, para 2,78 milhões), Reino Unido, com mais 294 mil (+2,1%, para 14,31 milhões), Estados Unidos, com mais 235 mil (+9,5%, para 2,7 milhões), República Dominicana, com mais 169 mil (+14,2%, para 1,36 milhões), Sérvia, com mais 109 mil (+7,4%, para 1,57 milhões), Suécia, com mais 30 mil (+4,7%, para 664 mil), e Costa Rica, com mais 15 mil (+5,6%, para 291 mil).

 

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