Portugal é destino de 20% das vendas da Tourmundial para a Península Ibérica

23-01-2020 (10h47)

Luis Ortiz de Vallejuelo, director Comercial da Tourmundial, disse ao PressTUR que Portugal “é um produto muito importante”, com um peso de cerca de 20% nas vendas do operador turístico para a Península Ibérica.

Sem avançar dados absolutos, o executivo destacou que Portugal é um destino que a Tourmundial trabalha “há muitos anos, tanto a nível de praia, como de circuitos e de estadas em Lisboa e no Porto, com excursões e serviços complementares”.

“De tudo o que vendemos para a Península Ibérica, que é aproximadamente um quinto da nossa produção, 20% do volume de facturação é Portugal”, afirmou Luis de Vallejuelo, em declarações ao PressTUR na Fitur, a decorrer em Madrid até Domingo.

Os destinos portugueses mais vendidos pelo operador são Lisboa e Algarve, 50-50. “Tem uma sazonalidade bastante marcada. Lisboa é muito consumido como produto fora da temporada alta de Verão e Algarve é o Top no Verão, como qualquer outra costa peninsular”, disse o executivo.

A Tourmundial, que vendia exclusivamente através das agências de viagens El Corte Inglês em Espanha e Portugal, começou a alargar a distribuição a outras agências de viagens espanholas a partir de Dezembro de 2018.

Em Portugal, o operador vai “manter a distribuição exclusivamente com El Corte Inglês, principalmente por um tema legal e porque a nossa página está em castelhano”, avançou Luis de Vallejuelo.

“A nossa previsão é que em algum momento deveremos expandir-nos para outros mercados, mas devemos começar pelo mercado da América Latina onde a barreira idiomática é praticamente nula”, acrescentou.

A abertura das vendas a outras agências em Espanha foi “bem acolhida”, porque o operador, ao trabalhar exclusivamente para o El Corte Inglês, especializou-se “num viajante muito exigente”, prosseguiu Luis Ortiz de Vallejuelo.

“As agências de viagens receberam-nos muito bem, no geral, e já temos acordos com cerca de 8.500 pontos de venda em Espanha”.

Para Portugal, “vamos devagar porque estamos condicionados pelo idioma da ferramenta de reservas. Não podemos distribuir como operador turístico se não temos os catálogos e as ferramentas de reservas no idioma do país. É algo que está dentro dos nossos planos de acção, mas ainda não o abordámos”, concluiu Luis Ortiz de Vallejuelo.

 

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