Negócios na plataforma de comércio da Travelport aumentam 12% no primeiro semestre

02-08-2018 (16h28)

Imagem: Travelport
Imagem: Travelport

A plataforma de comércio de produtos turísticos da Travelport processou no primeiro semestre negócios no montante global de 46,7 mil milhões de dólares (cerca de 40 mil milhões de euros), com um aumento em 12% relativamente ao período homólogo de 2017, informou hoje a empresa.

A informação especifica que no segundo trimestre o aumento foi em 11%, para 23,44 mil milhões de dólares (cerca de 20 mil milhões de euros).

Relativamente aos produtos e serviços comercializados, sabe-se que os voos são a maior fatia, mas a empresa indica apenas que no primeiro semestre estão incluídas 34,35 milhões de noites de hotel e 53,3 milhões de dias de rent-a-car, com aumentos respectivamente em 2% e em 5%.

No segundo trimestre, o aumento do número de noites de hotel foi de 2%, para 17,78 milhões, mas em rent-a-car houve uma estagnação em baixa, para 28,6 milhões de dias.

O processamento destes negócios, de acordo com a informação disponibilizada pela Travelport, geraram-lhe uma receita de 1.290,6 milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros) no primeiro semestre, em alta de 7% relativamente ao período homólogo, com +2% no segmento que designa por Air, referindo-se a Aviação, que somou 916,88 milhões de dólares (785,2 milhões de euros), e +21% no Beyond Air, onde inclui designadamente hotelaria, rent-a-car e processamento de pagamentos, designadamente pela sua subsidiária eNett, que foi mais uma vez ‘a estrela’ do crescimento.

No segundo trimestre, o crescimento das receitas obtidas pela Travelport com a sua plataforma de comércio foi ainda mais forte, situando-se em 9%, com +5% no segmento Air e +21% no Beyond Air, nomeadamente pelo aumento em 82% da eNett.

O balanço evidencia que os aumentos de receita foram gerados principalmente por subidas da receita média por segmento, unidade utilizada pelos GDS, que aumentou em média 7% no semestre, com +9% no segundo trimestre.

O número de segmentos, por sua vez, teve uma estagnação em baixa tanto no semestre, ficando em 179,25 milhões, quanto no segundo trimestre, com 86,9 milhões.

 

Ver também:

Travelport cresce 24% na Europa no 2º trimestre, mas não evita quebra do lucro em 80%

 

Clique para mais notícias: Travelport

Clique para mais notícias: Aviação

Clique para mais notícias: Agências&Operadores

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

CVC ultrapassou os cinco milhões de passageiros embarcados no primeiro semestre

14-08-2018 (17h56)

O grupo brasileiro CVC Corp, que engloba agências de viagens e operadores turísticos e vende viagens de lazer e corporativas, superou no primeiro semestre os cinco milhões de passageiros embarcados, com um aumento em 30,8% em relação ao período homólogo de 2017.

CVC agrega mais uma participada b2b com a compra do consolidador Esferatur

14-08-2018 (16h26)

A brasileira CVC, maior grupo latino americano de organização e comercialização de viagens, anunciou hoje um reforço do seu portefólio de produtos e serviços para o mercado profissional através da aquisição da Esferatur, classificada como um dos maiores consolidadores do mercado brasileiro, com vendas de bilhetes de avião na ordem de 1,8 mil milhões de reais (cerca de 407 milhões de euros).

Lusanova Cruzeiros já vende cruzeiros Star Clippers

08-08-2018 (17h20)

A Lusanova Cruzeiros, que em finais de Julho começou a vender cruzeiros da Carnival Cruise Line, anunciou hoje que também passou a ser agente de vendas da Star Clippers.

Soltrópico lança campanha para férias em Setembro em Cabo Verde, Tunísia e Porto Santo

08-08-2018 (12h58)

A Soltrópico lançou uma campanha de vendas para férias em Setembro em alguns dos seus destinos programados com voos charter, designadamente as ilhas cabo-verdianas do Sal e da Boavista, Monastir, na Tunísia, e Porto Santo.

Operadores marítimo-turísticos dos Açores queixam-se de falta de capacidade na SATA

07-08-2018 (15h08)

A SATA “está a penalizar” a actividade dos operadores marítimo-turísticos, por falta de capacidade para a procura que há nomeadamente para mergulho com jamantas ao largo da ilha de Salta Maria, que empresários locais garantem estar a afirmar-se como alternativa às Maldivas.