APAVT já está a “desenvolver capacidades” para as agências se adequarem às novas exigências da protecção de dados — Pedro Costa Ferreira

15-09-2017 (09h39)

Foto: APAVT
Foto: APAVT

Combate à desigualdade fiscal internacional e “turismofobia” nas grandes cidades são também prioridades do candidato à APAVT

“Esperamos poder fazer com que os agentes de viagens cumpram [as novas exigências europeias de protecção de dados] com menores custos”, anunciou ontem o actual presidente da APAVT e candidato a mais uma mandato à frente da Associação, Pedro Costa Ferreira, na apresentação das suas prioridades e lista.

“O domínio da protecção de dados é uma das áreas primordiais e hoje uma das mais urgentes”, começou por dizer Pedro Costa Ferreira, anunciando de seguida que a APAVT já “está a tentar desenvolver capacidades para ajudar as agências de viagens a certificar-se nesta área, a cumprir com os regulamentos e não serem alvo de coimas”.

O candidato tinha alertado anteriormente que em Maio do próximo ano as agências de viagens terão “que cumprir com regulação europeia [em matéria de protecção de dados]”, a qual, disse: “vai elevar os custos, perturbar a organização das empresas e tornar ainda mais dura a vida das agências de viagens”.

E rematou: “Esperamos poder fazer com que os agentes de viagens cumpram com menores custos, é esse o objectivo desta direcção”.

Candidato a manter-se na liderança da Associação das agências de viagens no triénio 2018-2020, Pedro Costa Ferreira, ontem, na apresentação da sua lista e programa no Hotel Dom Pedro Lisboa (para ler mais clique: Tiago Raiano e Rui Pinto Lopes ‘personificam’ renovação da lista de Pedro Costa Ferreira à APAVT / “Valorizar ainda mais os agentes de viagens” é o mote da candidatura de Pedro Costa Ferreira à APAVT), destacou ainda a desigualdade fiscal internacional e a “turismofobia” nas grandes cidades como principais áreas de intervenção da Associação no próximo mandato.

A transposição da nova Directiva Europeia das Viagens Organizadas para a legislação portuguesa foi outros dos temas destacados por Pedro Costa Ferreira, que salientou que a APAVT nunca quis que “Portugal fosse um bom aluno de Bruxelas”, tendo entregue “uma proposta conjunta com a DECO”, associação com qual considera ter interesses comuns, uma vez que esta última “defende os interesses dos consumidores e a centralidade da gestão das agências de viagens é o consumidor”.

O objectivo da APAVT é “tentar uma transposição que afaste o mais possível as viagens profissionais do âmbito da Directiva e que mantenha sem qualquer dúvida o Fundo de Garantia como mecanismo técnico de defesa do consumidor”.

 

Continua em:

Desigualdade fiscal internacional “é um processo de toda a comunidade turística e do país” - Pedro Costa Ferreira

Pedro Costa Ferreira defende acesso das pequenas agências de viagens a fornecedoras do Estado


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