TAP e APAVT alertam agências para necessidade de passageiros terem vistos para Moçambique

11-01-2013 (11h34)

TAP e APAVT emitiram esta semana avisos às agências de viagens relativamente aos requisitos que os passageiros têm que respeitar nas viagens para Moçambique, designadamente em matéria de vistos, que deixaram de ser emitidos à chegada a Maputo.

“Com efectividade imediata, todos os passageiros de nacionalidade Portuguesa com destino a MPM e sem cartão de residente, só deverão ser aceites se estiverem em posse de visto de entrada válido, bem como de bilhete de ida e volta”, diz a informação da Direcção de Vendas para Portugal da TAP, explicando que essa decisão “surge no seguimento de os Serviços de Migração do Aeroporto de Maputo estarem a recusar emitir vistos à chegada, obrigando a TAP a efectuar o retorno dos passageiros que não cumpram as condições acima referidas”.
A TAP diz ainda que tratando-se de passageiros de outras nacionalidades, “deverão ser cumpridos estritamente os requisitos divulgados no Timatic”.
A APAVT, por sua vez, numa circular às agências associadas, informa ter recebido uma informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, segundo a qual cidadãos portugueses têm voado para Moçambique em voos da TAP “sem vistos, na esperança de os obter à chegada, ou com vistos inapropriados face ao objectivo declarado da visita, e sem bilhete de regresso a Portugal”.
Estas situações, prossegue a informação da APAVT, “levam à recusa de entrada na medida em que violam a lei de entrada e permanência de estrangeiros daquele país”.
A APAVT alerta assim as agências de viagens para a “necessidade absoluta” de os seus clientes obterem “vistos adequados ao motivo da deslocação a Moçambique junto dos postos consulares moçambicanos em Portugal.

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