Do legado de Tutancamon à quietude de um passeio pelo Nilo

07-06-2019 (16h39)

As pirâmides, mesmo com toda a sua imponência, mostram apenas um detalhe dos costumes do Egipto Antigo. É preciso visitar o Museu Egípcio para saber mais, para ver os objectos que os faraós levavam para os seus túmulos, que significado tinham e como os podiam guiar nas suas viagens depois da morte.

Uma das áreas mais procuradas no museu é a que expõe os achados do túmulo de Tutancamon, um dos faraós mais famosos, não pelos seus feitos, pois morreu ainda jovem, mas precisamente porque o seu túmulo era um dos poucos a estar praticamente intacto quando foi encontrado, ao contrário da maioria, que foi saqueada.

Entre as 1.700 peças expostas nas galerias de Tutancamon contam-se estátuas do faraó em tamanho real, o seu trono, várias estátuas de ouro que eram colocadas no túmulo para o ajudar na sua viagem depois da morte, bem como a famosa máscara feita de ouro maciço, que pesa 11kg e se tornou um símbolo do Egipto.

Há tanto para ver no museu que vale a pena simplesmente vaguear pelos três mil anos de história faraónica, observando alguns dos mais de 100 mil objectos construídos para mais de 170 faraós que governaram o Egipto por mais de 30 dinastias.

Para terminar um dia assim no Cairo, a opção é jantar num navio, navegar pelo Nilo, digerir a experiência e observar os reflexos das luzes dos hotéis de luxo sobre o rio.

No navio The Pharaohs Cruising Restaurant, esses momentos de contemplação são possíveis apenas nos intervalos da animação, porque o jantar acompanha espectáculos de Dervish e de Dança do Ventre, com música ao vivo.

Nesta como em todas as refeições, a combinação perfeita junta pão egípcio e babaganoush, uma pasta de beringela, azeite e tahini, que antecede e acompanha todas as outras opções do buffet, como os legumes salteados, o frango grelhado e os bifinhos de vaca com cebola e pimentos. Om Ali é o ponto final da refeição, uma sobremesa à base de frutos secos, passas e leite.

O dia seguinte é uma mudança completa de tema, um salto dos faraós para o esconderijo da Sagrada Família, um roteiro para conhecer uma zona da cidade onde estão as igrejas dos cristãos coptas, a segunda maior religião de um país quase 90% muçulmano.

Para continuar a ler clique:

Cairo Copta e o esconderijo da Sagrada Família

 

por Luís Canto

O PressTUR viajou a convite dos operadores Solférias e Soltrópico

 

Para ver mais clique:

 

Egipto, um destino para muitos sonhos

Hurghada: Mar Vermelho e deserto 


 

 

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