A medina de Oujda, de cores à espreita e um passeio à gruta do camelo

20-06-2013 (17h44)

É entre os prédios modernos e as avenidas largas da cidade de Oujda, também considerada a capital da parte oriental de Marrocos, que se encontra a sua histórica medina, no centro da cidade.




A entrada é feita pela porta Bab el Gharbi, na praça Surt, e por ruas ensolaradas vão-se revelando lojas de roupa e outro comércio.
Em várias paredes da medina estão presos pregos que servem de suporte para se estenderem os fios de diferentes cores que vão ser utilizados nos diferentes bordados que decoram os trajes árabes.
Avançando nas ruas da medina, várias lojas vendem roupas, fios bordados coloridos, e passa-se também por uma casa de banhos, com a entrada em azulejos.
Desemboca-se, então, na Mesquita, construída em 1298, com as suas três fontes, e que é o monumento mais antigo da cidade.
Pouco mais à frente, o aroma a pão acabado de fazer chama a atenção, acicatada pelo aspecto dos bolos expostos, e que levam a uma paragem e a dois dedos de conversa com o vendedor da padaria.
O comércio variado nas da medina inclui joelharias, com as mais diversas peças, entre as quais “Mãos de Fátima”, e lojas de artesanato com cachimbos de água, sapatos e outros artigos.
A visitar, também, é o souk, cujos tectos em madeira, com formato de rede, deixam entrar uma difusa luz do sol, refrescando o espaço numa suave penumbra. Carrinhos de frutas, lojas de lâmpadas, roupas, sapatos, artesanato, relógios, ou lenços. A oferta variada encontra-se por vários corredores que vão desembocar numa praça onde se encontram mais vendedores. O tempo é para algumas compras, antes de se sair da Medina, e conhecer outras atracções da cidade, como os parques Lalla Aïcha e Lalla Meryem.
Tafoughalt, uma localidade a cerca de 35 quilómetros de Oujda, recebe um mercado de rua aos Domingos, onde se podem encontrar à venda os mais diversos produtos, desde menta, para o chá, a frutos secos, como figos ou alperces, ou vestuário e até a comida feita na hora. Do outro lado da rua, vários restaurantes seguem-se uns aos outros, sendo bastante procurados pelos locais e onde se pode experimentar um dos pratos típicos marroquinos – a tajine.
A gruta do Camelo, que deve o seu nome a uma formação rochosa que se assemelha a um camelo, está a pouca distância de Tafoughalt. Com uma nascente e um lago no interior da gruta, é procurada por várias pessoas que mergulham nas águas transparentes e azuis.

O PressTUR viajou a Saïdia a convite do Turismo de Marrocos

Marrocos
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